Jurisprudência
11 acórdãos aplicam este artigoHERANÇA · PERSONALIDADE JUDICIÁRIA · SOCIEDADE IRREGULAR
.A herança aceite e não partilhada não tem personalidade judiciária, nem personalidade jurídica, pelo que não pode outorgar um contrato e não corresponde a uma realidade diferente do conjunto dos herdeiros; a falta de personalidade da herança não jacente decorre precisamente da circunstância de os seus titulares já estarem determinados, pelo que a herança corresponde, na prática, ao conjunto dos
RECURSO DE REVISTA EXCEPCIONAL · NÃO ADMISSÃO DO RECURSO
Não é de admitir a revista excepcional para apreciar questão relativa à legitimidade passiva para uma acção administrativa comum de responsabilidade civil extracontratual, dependente das particularidades da situação concreta, e que se mostra decidida no acórdão recorrido de modo coerente e de acordo com o entendimento jurisprudencial prevalecente.
ALIMENTOS · TÍTULO EXECUTIVO · LEGITIMIDADE ACTIVA · MAIORIDADE
1 - O progenitor que assegurou o sustento e educação do filho menor até à maioridade deste, sem que o progenitor não convivente tivesse pago as prestações em dívida, fixadas em decisão judicial, possui legitimidade para instaurar execução com vista a cobrar os alimentos não pagos durante a menoridade, mesmo depois do filho ter atingido a maioridade. 2 – O que faz no exercício de um direito de sub
COMISSÃO · TAXA · AGÊNCIA · LEGITIMIDADE
I - Extraordinariamente, pode ser atribuída legitimidade a quem não é titular da relação material controvertida, consistindo na denominada substituição processual (ou legitimidade indirecta). II - Na substituição processual, ao contrário da representação, a parte é o substituto e não o substituído. III - O sujeito não titular da relação controvertida só gozará de legitimidade indirecta nas situa
PRESCRIÇÃO PRESUNTIVA · PRESTAÇÃO UNITÁRIA · DEPOIMENTO DE PARTE · CONTINUIDADE DA AUDIÊNCIA
I – A maioria da Jurisprudência entende que a prescrição presuntiva se não aplica aos contratos de prestação de serviços, mormente no que respeita ao contrato de empreitada, por se entender que a razão de ser da admissão das prescrições presuntivas pelo sistema jurídico encontra o seu fundamento no tipo de relações sobre que recai quanto aos sujeitos e quanto ao objecto. II – Não sendo autónomo n
LEGITIMIDADE · DESCONSIDERAÇÃO DA PERSONALIDADE JURÍDICA · SOCIEDADES COMERCIAIS
I- A ilegitimidade das partes, constituindo uma excepção dilatória, ou seja, uma deficiência do processo que obsta a que o tribunal conheça do mérito, determinando a absolvição da instância (art. 288º e 493º do CPC), deve ser conhecida o mais cedo possível, a fim de evitar actos inúteis, processualmente proibidos (art. 137º do CPC), e sempre necessariamente antes do conhecimento do fundo da causa.
VENDA JUDICIAL · TRANSMISSÃO DE DIREITO REAL
Na venda judicial mediante propostas em carta fechada a transmissão do direito de propriedade sobre a coisa penhorada e vendida opera-se com o despacho de adjudicação a favor do proponente aceite.
EMBARGOS DE TERCEIRO · DESPACHO DE RECEBIMENTO · DIREITO DE PROPRIEDADE
Invocando o embargante, terceiro em relação à execução, o seu direito de propriedade, depois de mencionar factos caracterizadores da sua posse, os embargos (quer face ao CPC de 1991, quer face ao CPC de 1995) devem ser recebidos.
DEPÓSITO BANCÁRIO · PENHORA · NOMEAÇÃO DE BENS À PENHORA · SIGILO BANCÁRIO
I - Aos processos pendentes em 1 de Janeiro de 1997 não se aplica a nova redacção do artigo 837 do Código de Processo Civil. II - Atento o sigilo bancário, a nomeação à penhora de depósitos bancários pode reduzir-se à designação do estabelecimento de crédito e do depositante. III - O dever de sigilo bancário é a consequência do direito do depositante à privacidade, uma das facetas do direito à t
Referências extraídas do campo de legislação dos próprios acórdãos e validadas contra o articulado que o Lexbase indexa — cada uma liga ao acórdão original no DGSI. Cobertura atual: Tribunal Constitucional · STJ · STA · Relações · TCA Sul e Norte · Tribunal dos Conflitos · Julgados de Paz, 1932–2026. Ainda não abrange toda a jurisprudência portuguesa, pelo que a ausência de acórdãos aqui não significa que nenhum tribunal tenha aplicado esta norma.