Artigo 88.º
EM VIGOR- Largura do banzo comprimido das vigas em T
A menos de determinação mais precisa, a largura a considerar para o banzo comprimido das vigas em T pode ser obtida, nos casos correntes, adicionando à largura da alma, de um e de outro lado, uma largura que não exceda o menor dos seguintes valores:
1/10 da distância entre secções de momento nulo;
1/2 da distância entre faces das almas de vigas contíguas.
No caso de vigas em L, esta largura será adicionada uma só vez à largura da alma.
A largura do banzo determinada pelos critérios anteriores não poderá, em caso algum, exceder a largura real do banzo.
A largura máxima a considerar para o banzo comprimido das vigas depende de muitos parâmetros, nomeadamente do tipo de acção (concentrada ou distribuída), das características geométricas da viga, das condições de apoio e da relação entre o vão da viga e a distância entre vigas adjacentes.
Nos casos correntes de vigas contínuas, pode tomar-se, para distância entre secções de momento nulo, um valor igual a 0,7 do vão teórico. Quando não houver mudança de sinal do momento ao longo de todo o vão, a primeira condição indicada no corpo do artigo será referida ao vão teórico.