O presente regulamento não prejudica os pedidos de autorização ou licenciamento que tenham sido apresentados antes da sua entrada em vigor e que tenham obtido decisão ou parecer favorável do departamento do Governo Regional com competência em matéria de ambiente.
ANEXO II
[a que se refere a alínea b) do n.º 1 do artigo 1.º]
Planta de zonamento
Cartograma 1A
Cartograma 1B
ANEXO III
[a que se refere a alínea c) do n.º 1 do artigo 1.º]
Planta de condicionantes
Cartograma 2A
Cartograma 2B
ANEXO IV
[a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 1.º]
Relatório técnico
Plano de Gestão das Áreas Terrestres do Parque Natural da Terceira
1 - Enquadramento
2 - Metodologia
3 - Objetivos estratégicos e matriz Strenghts, Weaknesses, Opportunities e Threats (SWOT)
4 - Listagem das medidas de gestão
5 - Programa de Execução
5.1 - Proposta de intervenção para a Reserva Natural da Serra de Santa Bárbara e dos Mistérios Negros (TER01)
5.1.1 - Objetivos de gestão
5.1.2 - Quadro-resumo das medidas de gestão
5.1.3 - Medidas de gestão
5.2 - Proposta de intervenção para a Reserva Natural do Biscoito da Ferraria e Pico Alto (TER02)
5.2.1 - Objetivos de gestão
5.2.2 - Quadro-resumo das medidas de gestão
5.2.3 - Medidas de gestão
5.3 - Proposta de intervenção para a Reserva Natural da Terra Brava e Criação das Lagoas (TER03)
5.3.1 - Objetivos de gestão
5.3.2 - Quadro-resumo das medidas de gestão
5.3.3 - Medidas de gestão
5.4 - Proposta de intervenção para o Monumento Natural do Algar do Carvão (TER04)
5.4.1 - Objetivos de gestão
5.4.2 - Quadro-resumo das medidas de gestão
5.4.3 - Medidas de gestão
5.5 - Proposta de intervenção para o Monumento Natural das Furnas do Enxofre (TER05)
5.5.1 - Objetivos de gestão
5.5.2 - Quadro-resumo das medidas de gestão
5.5.3 - Medidas de gestão
5.6 - Proposta de intervenção para a Área Protegida para a Gestão de Habitats ou Espécies da Ponta das Contendas (TER06)
5.6.1 - Objetivos de gestão
5.6.2 - Quadro-resumo das medidas de gestão
5.6.3 - Medidas de gestão
5.7 - Proposta de intervenção para a Área Protegida para a Gestão de Habitats ou Espécies dos Ilhéus das Cabras (TER07)
5.7.1 - Objetivos de gestão
5.7.2 - Quadro-resumo das medidas de gestão
5.7.3 - Medidas de gestão
5.8 - Proposta de intervenção para a Área Protegida para a Gestão de Habitats ou Espécies da Matela (TER08)
5.8.1 - Objetivos de gestão
5.8.2 - Quadro-resumo das medidas de gestão
5.8.3 - Medidas de gestão
5.9 - Proposta de intervenção para a Área Protegida para a Gestão de Habitats ou Espécies do Biscoito das Fontinhas (TER09)
5.9.1 - Objetivos de gestão
5.9.2 - Quadro-resumo das medidas de gestão
5.9.3 - Medidas de gestão
5.10 - Proposta de intervenção para a Área Protegida para a Gestão de Habitats ou Espécies da Costa das Quatro Ribeiras (TER10)
5.10.1 - Objetivos de gestão
5.10.2 - Quadro-resumo das medidas de gestão
5.10.3 - Medidas de gestão
5.11 - Proposta de intervenção para a Área Protegida para a Gestão de Habitats ou Espécies do Planalto Central e Costa Noroeste (TER11)
5.11.1 - Objetivos de gestão
5.11.2 - Quadro-resumo das medidas de gestão
5.11.3 - Medidas de gestão
5.12 - Proposta de intervenção para a Área Protegida para a Gestão de Habitats ou Espécies do Pico do Boi (TER12)
5.12.1 - Objetivos de gestão
5.12.2 - Quadro-resumo das medidas de gestão
5.12.3 - Medidas de gestão
5.13 - Proposta de intervenção para o Área de Paisagem Protegida das Vinhas dos Biscoitos (TER13)
5.13.1 - Objetivos de gestão
5.13.2 - Quadro-resumo das medidas de gestão
5.13.3 - Medidas de gestão
5.14 - Proposta de intervenção para a Área Protegida de Gestão de Recursos da Caldeira de Guilherme Moniz (TER14)
5.14.1 - Objetivos de gestão
5.14.2 - Quadro-resumo das medidas de gestão
5.14.3 - Medidas de gestão
5.15 - Gestão e monitorização de cavidades vulcânicas protegidas
5.15.1 - Objetivos de gestão
5.15.2 - Medidas de gestão
6 - Programa de Monitorização
6.1 - Níveis de monitorização
6.2 - Indicadores
7 - Bibliografia
Anexos
1 - Habitats com estatuto de proteção nas áreas protegidas do Parque Natural da Terceira
2 - Espécies com interesse para a conservação da natureza nas áreas protegidas do Parque Natural da Terceira
2.1 - Flora
2.2 - Fauna
1 - Enquadramento
O Arquipélago dos Açores localiza-se no oceano Atlântico norte ocupando uma faixa definida pelas seguintes coordenadas geográficas: 39°43’23” (Ponta Norte - ilha do Corvo) e 36°55’43” (Ponta do Castelo - ilha de Santa Maria) de latitude norte; 24°46’15” (ilhéus das Formigas - ilha de Santa Maria) e 31°16’24” (ilhéu de Monchique - ilha das Flores) de longitude oeste.
Figura 1 - Arquipélago dos Açores no mundo.
As ilhas encontram-se agrupadas atendendo à proximidade geográfica: Grupo Ocidental (Corvo e Flores); Grupo Central (Terceira, Graciosa, São Jorge, Pico e Faial); Grupo Oriental (São Miguel e Santa Maria). O Grupo Central distancia-se cerca de 150 km e de 240 km dos Grupos Oriental e Ocidental, respetivamente.
Figura 2 - Arquipélago dos Açores e ilha Terceira.
A partir da Carta de Ocupação do Solo da Região Autónoma dos Açores de 2018 (COS.A/2018) pode concluir-se que a Agricultura domina a ocupação da ilha, com a subclasse prados/pastagens a ocupar 57,53 %. As florestas e os meios naturais e seminaturais são a segunda classe de maior expressão, e em que a percentagem de ocupação das subclasses florestas de folhosas e florestas de resinosas são muito similares, o que só acontece nesta ilha, com 10,30 % e 7,08 % respetivamente, enquanto as subclasses áreas portuárias [0,15 %] e equipamentos desportivos, culturais, turísticos e de lazer [0,27 %] representam os valores mais altos da Região.
Figura 3 - Usos do solo a partir da COS.A/2018 (DRA 2018).
Para a adequada gestão dos Parques Naturais de Ilha (PNI) é também fundamental ter conhecimento do regime de propriedade dos terrenos neles integrados. Nos Açores, uma parte substancial dos terrenos públicos estão integrados nos perímetros florestais, pelo que se apresenta o perímetro florestal mais recente. O perímetro florestal representa cerca de 44 % do Parque Natural de Ilha da Terceira, e é constituído por um conjunto de terrenos baldios que foram submetidos ao Regime Florestal Parcial. A gestão destas áreas públicas nos Açores é da responsabilidade da Direção Regional dos Recursos Florestais e Ordenamento Territorial (DRRFOT), sendo este departamento governamental que, integrado na Secretaria Regional da Agricultura e Alimentação, tem como missão contribuir para a definição da política regional nos domínios do ordenamento, proteção, desenvolvimento e uso dos recursos florestais, dos recursos cinegéticos e dos recursos piscícolas das águas interiores, bem como orientar, coordenar e controlar a sua execução. Refira-se, no entanto, que as áreas de perímetro florestal que, entretanto, foram classificadas no âmbito da Rede de Áreas Protegidas dos Açores estão sujeitas ao respetivo regime de classificação e ao regime jurídico da conservação da natureza e da biodiversidade, estabelecido pelo Decreto Legislativo Regional n.º 15/2012/A, de 2 de abril.
Figura 4 - Perímetro florestal e áreas protegidas (perímetro florestal - DRRF, 2014).
O regime jurídico da conservação da natureza e da biodiversidade, aprovado pelo Decreto Legislativo Regional n.º 15/2012/A, de 2 de abril, define a Rede Fundamental de Conservação da Natureza como o conjunto dos territórios orientados para a conservação das componentes mais representativas do património natural e da biodiversidade. O conjunto das áreas integradas no PNI, a Rede Natura 2000 e as áreas de Reserva Ecológica e de Reserva Agrícola conformam a Rede Fundamental da Conservação da Natureza (figura 5).
Figura 5 - Rede Fundamental da Conservação da Natureza - Integra as áreas protegidas, as áreas da Rede Natura 2000, a Reserva Ecológica e a Reserva Agrícola (IROA 2013).
Recentemente, através da Resolução do Conselho do Governo Regional n.º 135/2018, de 10 de dezembro, foram aprovados os objetivos de qualidade de paisagem e as orientações para a gestão da paisagem dos Açores.
Para a ilha Terceira as orientações para a gestão da paisagem são as seguintes:
a) Fomentar a coerência em termos de diversidade e complementaridade de usos, com vista ao aumento da capacidade multifuncional e da sustentabilidade da paisagem, incrementar o aumento de riqueza biológica e preservar os mosaicos característicos da paisagem desta ilha, particularmente evidenciados por muros de alvenaria de pedra;
b) Promover a instalação de vegetação autóctone nas cumeadas de maior altitude, com vista à beneficiação da paisagem no seu todo, aumentando a capacidade de retenção de água, a sua infiltração e a redução dos problemas de erosão do solo;
c) Promover a diversificação dos usos do solo, contrariando a tendência para a expansão das pastagens intensivas, através da sua reconversão para pastagens extensivas e seminaturais;
d) Promover a ocupação urbana equilibrada evitando a dispersão de edificações, assegurar o planeamento do crescimento dos aglomerados urbanos e corrigir as dissonâncias da paisagem humanizada.
Este Plano de Gestão contribui para a concretização desses objetivos.
Foram consideradas para a Terceira, 10 unidades de paisagem, a seguir identificadas com a respetiva denominação e código:
a) Raminho/Altares (T1) - apresenta uma área de, aproximadamente, 52 km2, abrangendo os concelhos de Angra do Heroísmo e Praia da Vitória, e integra os aglomerados urbanos de Raminho, Altares e Biscoitos;
b) Área Natural do Pico Alto (T2) - apresenta uma área de, aproximadamente, 56 km2, abrangendo os concelhos de Angra do Heroísmo e Praia da Vitória, e integra o aglomerado urbano de Quatro Ribeiras;
c) Ramo Grande (T3) - apresenta uma área de, aproximadamente, 94 km2, abrangendo os concelhos de Angra do Heroísmo e Praia da Vitória, e integra os aglomerados urbanos de Agualva, Vila Nova, São Brás, Lajes, Fontinhas, Praia da Vitória, Cabo da Praia, Fonte do Bastardo e Porto Martins;
d) Caldeira de Santa Bárbara (T4) - abrange uma área de, aproximadamente, 3 km2 do concelho de Angra do Heroísmo e não integra aglomerados urbanos;
e) Encosta São Bartolomeu/Serreta (T5) - abrange uma área de, aproximadamente, 69 km2 do concelho de Angra do Heroísmo e integra os aglomerados urbanos de Serreta, Doze Ribeiras, Santa Bárbara, Cinco Ribeiras e São Bartolomeu;
f) Bagacina (T6) - abrange uma área de, aproximadamente, 14 km2 do concelho de Angra do Heroísmo e não integra aglomerados urbanos;
g) Caldeira de Guilherme Moniz (T7) - apresenta uma área de, aproximadamente, 10 km2, abrangendo os concelhos de Angra do Heroísmo e Praia da Vitória, e não integra aglomerados urbanos;
h) Achada (T8) - apresenta uma área de, aproximadamente, 47 km2, abrangendo os concelhos de Angra do Heroísmo e Praia da Vitória, e não integra aglomerados urbanos;
i) Angra do Heroísmo e Envolvente (T9) - abrange uma área de, aproximadamente, 35 km2 do concelho de Angra do Heroísmo e integra os aglomerados urbanos de São Mateus, Terra-Chã, Posto Santo e Angra do Heroísmo;
j) Encosta Ribeirinha/São Sebastião (T10) - abrange uma área de, aproximadamente, 20 km2 do concelho de Angra do Heroísmo e integra os aglomerados urbanos de Ribeirinha, Feteira, Porto Judeu e São Sebastião.
Figura 6 - Unidades de paisagem para a ilha Terceira.
As cavidades vulcânicas dos Açores, em especial os tubos lávicos e os algares vulcânicos, constituem um habitat único, ostentando um valioso património geológico e biológico, onde se inclui uma concentração única de espécies endémicas troglóbias e diversas estruturas geológicas relevantes.
Atendendo à importância e diversidade do património espeleológico existente no arquipélago, o Decreto Legislativo Regional n.º 10/2019/A, de 22 de maio, estabeleceu o regime de proteção e classificação das cavidades vulcânicas da Região Autónoma dos Açores, aplicável a todas as cavidades vulcânicas conhecidas, inventariadas ou a inventariar, em todas as ilhas do arquipélago dos Açores, com os seguintes objetivos:
a) Conhecer e proteger o estado natural das estruturas geológicas e vulcano-espeleológicas, bem como dos respetivos habitats e espécies;
b) Salvaguardar as especificidades naturais e culturais das cavidades vulcânicas, incluindo a integridade física e condições de estabilidade dessas estruturas;
c) Promover a investigação científica e a manutenção de serviços dos ecossistemas associados às cavidades vulcânicas;
d) Promover a compatibilidade entre a conservação da geodiversidade e dos ecossistemas e as atividades industriais, agrícolas, florestais, de turismo, de recreio e de lazer;
e) Promover ações de sensibilização e educação ambiental orientadas para o uso sustentável dos recursos naturais presentes nas cavidades vulcânicas.
Ao abrigo do disposto no Decreto Legislativo Regional 10/2019/A, de 22 de maio, através da Resolução do Conselho do Governo Regional n.º 163/2024 de 4 de novembro, as cavidades vulcânicas foram classificadas em função do respetivo grau de conhecimento e importância em termos geológicos, biológicos, estéticos e de integridade, nas categorias de classe A, classe B, classe C e classe D.
Atualmente, nos Açores são conhecidos mais de três centenas de cavidades vulcânicas, das quais 78 na ilha Terceira (figura 7).
Neste contexto, o Plano de Gestão prevê a implementação de medidas de gestão para as cavidades vulcânicas, dando execução ao disposto no Decreto Legislativo Regional n.º 10/2019/A, de 22 de maio.
Figura 7 - Distribuição das cavidades vulcânicas da ilha Terceira.
O Parque Natural da Terceira foi criado em 2011, pelo Decreto Legislativo Regional n.º 11/2011/A, de 20 de abril. Integram o PNI da Terceira todas as áreas protegidas da Rede Natura 2000, nomeadamente as Zonas Especiais de Conservação (ZEC) e as Zonas de Proteção Especial (ZPE), e as restantes áreas protegidas classificadas e reclassificadas segundo o referido decreto.
O PNI da Terceira integra 20 áreas protegidas, das quais 14 são terrestres com uma área total de 95,78 km2 o que corresponde a 22 % da superfície da ilha, e 6 áreas marinhas com 7,43 km2. Na figura 8 apresentam-se as áreas protegidas do PNI com o respetivo código, atribuído pelo diploma de classificação.
Figura 8 - Áreas protegidas do PNI da Terceira e código adotado.
Na figura 9 apresentam-se as áreas protegidas pertencentes ao PNI da Terceira, descriminadas segundo as categorias definidas pela União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN): à categoria i corresponde a designação de Reserva Natural; à categoria iii corresponde a designação de Monumento Natural; à categoria iv corresponde a designação de Área Protegida para a Gestão de Habitats ou Espécies; à categoria v corresponde a designação de Área de Paisagem Protegida e à categoria vi a designação de Área Protegida para a Gestão de Recursos.
Figura 9 - Áreas protegidas de acordo com as categorias IUCN.
Na figura 10 mostra-se a relação das áreas terrestres do PNI da Terceira com as áreas da Rede Natura 2000, concretamente as Zonas Especiais de Conservação (ZEC) e as Zonas de Proteção Especial (ZPE).
Figura 10 - Relação das áreas da Rede Natura 2000 com as áreas terrestres do PNI da Terceira.
Na Tabela 1 evidencia-se a correspondência entre as áreas protegidas do PNI da Terceira com alguns estatutos de proteção e classificação internacionais atribuídos às mesmas.
Tabela 1 - Designação toponímica das áreas protegidas e classificações internacionais
A cor lilás, indicam-se as áreas protegidas com componente terrestre, que são objeto do Plano de Gestão
Categorias IUCN | Código | Designação | Classificações internacionais
Reserva Natural (I) | TER01 | Serra de Santa Bárbara e dos Mistérios Negros | ZEC PTTER0017 - Serra de Santa Bárbara e Pico AltoGeossítio do Açores Geoparque Mundial da UNESCO - Caldeira de Santa Bárbara e Mistérios Negros
| TER02 | Biscoito da Ferraria e Pico Alto | ZEC PTTER0017 - Serra de Santa Bárbara e Pico AltoRamsar 1805 - Planalto Central da Terceira (Furnas do Enxofre e Algar do Carvão)Geossítio do Açores Geoparque Mundial da UNESCO - Pico Alto, Biscoito Rachado e Biscoito da Ferraria
| TER03 | Terra Brava e Criação das Lagoas | ZEC PTTER0017 - Serra de Santa Bárbara e Pico AltoRamsar 1805 - Planalto Central da Terceira (Furnas do Enxofre e Algar do Carvão)
Monumento Natural (III) | TER04 | Algar do Carvão | ZEC PTTER0017 - Serra de Santa Bárbara e Pico AltoRamsar 1805 - Planalto Central da Terceira (Furnas do Enxofre e Algar do Carvão)Geossítio do Açores Geoparque Mundial da UNESCO - Algar do Carvão
| TER05 | Furnas do Enxofre | Ramsar 1805 - Planalto Central da Terceira (Furnas do Enxofre e Algar do Carvão)Geossítio do Açores Geoparque Mundial da UNESCO - Furnas do Enxofre
Área Protegida para a Gestão de Habitats ou Espécies (IV) | TER06 | Ponta das Contendas | IBA PT067 - ContendasZPE PTZPE0031 - Ponta das Contendas
| TER07 | Ilhéus das Cabras | ZPE PTZPE0032 - ilhéu das CabrasIBA PT081 - ilhéu das CabrasGeossítio do Açores Geoparque Mundial da UNESCO - ilhéu das Cabras
| TER08 | Matela |
| TER09 | Biscoito das Fontinhas |
| TER10 | Costa das Quatro Ribeiras | ZEC PTTER0018 - Costa das Quatro RibeirasIBA PT066 Raminho - Pesqueiro VelhoGeossítio do Açores Geoparque Mundial da UNESCO - Fajã da Alagoa - Biscoito das Calmeiras
| TER11 | Planalto Central e Costa Noroeste | Ramsar 1805 - Planalto Central da Terceira (Furnas do Enxofre e Algar do Carvão)ZEC PTTER0017 - Serra de Santa Bárbara e Pico AltoGeossítio do Açores Geoparque Mundial da UNESCO - Pico Alto, Biscoito Rachado e Biscoito da FerrariaGeossítio do Açores Geoparque Mundial da UNESCO - Ponta da Serreta e escoadas traquíticasGeossítio do Açores Geoparque Mundial da UNESCO - Mistério de 1761 e sistema cavernícola da Malha Grande - BalcõesGeossítio do Açores Geoparque Mundial da UNESCO - Biscoitos - Matias Simão
| TER12 | Pico do Boi | ZEC PTTER0017 - Serra de Santa Bárbara e Pico Alto
Área de Paisagem Protegida (V) | TER13 | Vinhas dos Biscoitos | Geossítio do Açores Geoparque Mundial da UNESCO - Biscoitos - Matias Simão
Área Protegida para a Gestão de Recursos (VI) | TER14 | Caldeira de Guilherme Moniz | Geossítio do Açores Geoparque Mundial da UNESCO - Caldeira de Guilherme Moniz
| TER15 | Área marinha das Quatro Ribeiras |
| TER16 | Área marinha Costa das Contendas |
| TER17 | Área marinha ilhéus das Cabras |
| TER18 | Área marinha das Cinco Ribeiras |
| TER19 | Área marinha da Baixa da Vila Nova |
| TER20 | Área marinha do Monte Brasil |
Este Plano de Gestão ocupa-se unicamente da componente terrestre do Parque Natural da Terceira.
Para cada área protegida houve lugar à definição de unidades operativas de gestão as quais se encontram sujeitas aos regimes de proteção estabelecidos pelo Plano de Gestão, em conformidade com o estabelecido nos artigos 41.º a 46.º do Decreto Legislativo Regional n.º 15/2012/A, de 2 de abril, concretamente: áreas de proteção integral, áreas de proteção parcial, áreas de proteção complementar, áreas prioritárias para a conservação, áreas de uso sustentável de recursos e áreas de intervenção específica.
No capítulo 5, dedicado ao Programa de Execução, concretizam-se as propostas de intervenção para cada uma das áreas protegidas, enunciando-se os respetivos objetivos e medidas de gestão, sendo estas elencadas por unidade operativa de gestão e apresentadas em função do respetivo grau de prioridade.
2 - Metodologia
O Plano de Gestão tem como objetivo o estabelecimento das medidas de gestão necessárias à conservação, recuperação e gestão sustentável dos habitats e espécies protegidos, assim como da componente cultural da paisagem. No Plano de Gestão deve ter-se em conta os objetivos gerais de cada área protegida, a salvaguarda dos valores ambientais em presença e a adequada localização das atividades necessárias para assegurar o desenvolvimento económico e social das populações.
Os objetivos gerais do Plano de Gestão são balizados pelos objetivos de desenvolvimento sustentável formulados pela Organização das Nações Unidas, pelos objetivos do Governo Regional dos Açores para a área do Ambiente e pelos objetivos e medidas de gestão formulados para a Rede de Áreas Protegidas dos Açores, no geral, e para cada PNI, em particular, e que se encontram estabelecidos no Regime Jurídico da Conservação da Natureza e da Biodiversidade e nos diplomas de criação dos PNI.
A metodologia seguida na elaboração deste Plano de Gestão encontra-se esquematizada na figura 11.
Figura 11 - Metodologia usada na elaboração do Plano de Gestão.
Para cada área protegida, houve lugar à elaboração de uma ficha de caracterização que inclui uma caracterização geral, de habitats, flora e fauna protegidos.1 Os usos do solo e a componente cultural e social da paisagem são também abordados.
Procedeu-se à elaboração de um diagnóstico que incluiu uma análise SWOT, aspetos relativos à vulnerabilidade das áreas protegidas, habitats e espécies e medidas de gestão que se encontram já a ser implementadas ou cuja implementação se verifica necessária.
Cada área protegida foi objeto de um zonamento em que se procedeu a uma subdivisão da mesma em unidades operativas de gestão. Estas unidades operativas de gestão têm representação cartográfica na planta de síntese e são elas que correspondem aos diversos regimes de proteção: áreas de proteção integral, áreas de proteção parcial, áreas de proteção complementar, áreas prioritárias para a conservação, áreas de uso sustentável de recursos e áreas de intervenção específica.
Para cada área protegida, estabeleceram-se objetivos e medidas de gestão. Os objetivos abrangem toda a área protegida e decorrem dos decretos legislativos regionais que deram origem ao estabelecimento das mesmas, no entanto são direcionados já aos valores presentes na área protegida em questão. As medidas de gestão são próprias de cada unidade operativa de gestão e estão já direcionadas para a conservação, recuperação e gestão de determinados habitats, espécies, elementos geológicos ou paisagens. Podem ser efetivamente implementadas no terreno e são passíveis de ser avaliadas e monitorizadas. Estes elementos são incluídos em tabelas e constituem o programa de execução para cada área protegida.
1 Os critérios que presidiram à inclusão dos habitats e espécies nas fichas de caracterização das áreas protegidas são os seguintes: Em primeiro lugar teve-se em conta os habitats e espécies integrados nas FDN’s - Standart Data Form da Rede Natura 2000 - Fichas de caracterização das áreas de Rede Natura 2000 (ZEC e ZPE) regularmente submetidas à Comissão Europeia. Estas fichas são atualizadas com a informação científica mais recente, as que estão a ser utilizadas são na generalidade de 2015; em segundo lugar teve-se em conta os levantamentos bibliográficos e formulários preenchidos pelo pessoal técnico dos PNI respeitantes às áreas protegidas; em terceiro lugar a informação recolhida aquando dos levantamentos de campo.
3 - Objetivos estratégicos e matriz SWOT
Os objetivos estratégicos dos Planos de Gestão dos Parques Naturais de Ilha são os seguintes:
- Conservação e recuperação dos ecossistemas naturais, dos elementos culturais de interesse patrimonial e dos valores de paisagem que se encontram nas Áreas Protegidas integradas no Parque Natural de Ilha;
- Conservação e recuperação dos habitats e espécies constantes nos anexos das Diretivas Aves e Habitats;
- Promoção da pesquisa científica e manutenção dos serviços ambientais, nomeadamente conservação do solo, da água e da vegetação natural endémica e nativa;
- Promoção da compatibilização entre a conservação da natureza e o turismo de natureza;
- Promoção de ações de sensibilização e educação ambiental;
- Uso sustentável dos recursos existentes nos ecossistemas naturais e nas paisagens que se encontram nas Áreas Protegidas integradas no Parque Natural de Ilha.
Os resultados da análise SWOT realizada ao PNI da Terceira estão resumidos de seguida.
Tabela 2 - Resultados da análise SWOT realizada ao Parque Natural de Ilha
S- Pontos fortes | W- Pontos fracos
- Habitats e espécies de flora e fauna protegidos, com estatuto de conservação prioritário e em bom estado de conservação;- Manchas de vegetação natural endémica e nativa com interesse para a conservação;- Elevada qualidade ambiental;- Elevados valores paisagísticos;- Preservação da biodiversidade;- Existência de espécies da flora e fauna endémica;- Nidificação de aves marinhas;- Passagem de aves migratórias;- Valor geológico e geomorfológico elevado; | - Avanço de espécies de flora invasora;- Pressão humana para transformação de zonas com vegetação natural em áreas agrícolas e florestais;- Dificuldade de implementação de Instrumentos de Gestão Territorial existentes;- Insuficiente sensibilização ambiental da população;- Subvalorização por parte das populações das potencialidades dos recursos naturais;- Vigilância insuficiente;- Abandono de resíduos;- Conhecimento científico de algumas áreas protegidas insuficiente e/ou desatualizado;
- Áreas classificadas pela Rede Natura 2000, Geoparque Açores e sítio Ramsar;- Existência de Instrumentos de Gestão Territorial como os Planos de Ordenamento da Orla Costeira;- Existência de programas de financiamento (Projeto LIFE IP AZORES NATURA - Proteção ativa e gestão integrada da Rede Natura 2000 nos Açores - LIFE17 IPE/PT/000010 e Projeto LIFE BEETLES - LIFE18 NAT/PT/000864);- Contacto com a natureza;- Existência de trilhos pedestres;- Existência de miradouros;- Existência de uma boa rede viária. | - Falta de sinalética (estradas, locais de interesse);- Existência de zonas de extração de massas minerais consolidadas sem Plano de Integração Paisagística implementado;- Desconhecimento da capacidade de carga dos trilhos;- Acessibilidade fácil aos ecossistemas;- Áreas de propriedade privada;- Presença de populações de espécies de flora raras e de artrópodes endémicos tendencialmente pequenas e isoladas;- Falta de vedações em áreas com presença de gado bravo bovino e caprino.
O- Oportunidades | T- Ameaças
- Controlo da vegetação invasora (continuação);- Implementação dos Instrumentos de Gestão Territorial existentes e criação de outros;- Incentivo aos proprietários dos terrenos a optar por medidas silvo e agroambientais para os seus terrenos;- Incentivo à plantação de sebes e bosquetes com espécies de vegetação endémica e nativa;- Ações de erradicação e controlo de invasoras e plantação de espécies endémicas;- Criação e manutenção de corredores ecológicos pertencentes à RFCN - Rede Fundamental de Conservação da Natureza;- Aquisição de terrenos nas zonas com interesse para a conservação da natureza;- Vedação e recuperação de áreas com habitats e espécies sensíveis, nomeadamente áreas de turfeiras;- Vedação de áreas ambientais sensíveis, para evitar o pisoteio de gado;- Mapeamento em sistema ArcGIS das populações das espécies da fauna e flora endémica e invasora;- Criação de miradouros e zona de estadia com tipologias e materiais adequados a cada situação;- Colocação de sinalética interpretativa em áreas de interesse natural e cultural;- Estudo do impacte da utilização dos trilhos nos habitats e espécies protegidos;- Implementação de um programa de fiscalização articulado entre Vigilantes da Natureza, Polícia Marítima, Guarda Nacional Republicana e Polícia de Segurança Pública;- Definição de uma estratégia de comunicação e promoção da área do Parque Natural da Terceira;- Definição e implementação de um programa de monitorização;- Estabelecimento de protocolos com entidades de investigação;- Recuperação de elementos de interesse patrimonial como os fortes;- Potencialidade para a visitação;- Potencialidade para a observação de aves; | - Aumento da área com espécies da flora invasora;- Perda de espécies e habitats raros e muitos raros, e prioritários da Rede Natura 2000;- Degradação das zonas húmidas, nomeadamente lagoas, charcos e turfeiras com consequências para o sistema hidrológico de toda a ilha;- Aumento das zonas de pastagem e diminuição das zonas de vegetação natural existentes;- Perda de diversidade biológica em termos de flora e fauna;- Perda da oportunidade da implementação dos Instrumentos de Gestão Territorial existentes;- Perda da oportunidade da criação de outros instrumentos de gestão territorial;- Destruição de habitat nidificável e de repouso para as aves endémicas, nativas e migradoras;- Aumento da pressão turística;- Manutenção das áreas de extração de inertes ao abandono;- Subvalorização por parte das populações das potencialidades dos recursos naturais e paisagísticos;- Herbivoria e pisoteio de espécies de flora protegida;- Espécies predadoras de avifauna;- Perda de oportunidade de recuperação de elementos arquitetónicos de valor cultural;- Degradação de zonas húmidas;- Pressão para construção em áreas protegidas;- Extração ilegal de calhau rolado;- Campismo selvagem;- Realização de trilhos pedestres não oficiais em zonas sensíveis;- Pisoteio por pedestrianistas de zonas sensíveis, espécies raras de vegetação e formações geológicas;- Realização de cozidos ilegais nas Furnas do Enxofre.
- Interesse para a atividade turística;- Interesse científico;- Sensibilização e educação ambiental da população;- Interesse para o desenvolvimento do geoturismo;- Formação e sensibilização dos guias do parque e operadores turísticos.- Monitorização da pressão turística e avaliação da necessidade de implementação de capacidades de carga e/ou regulamentos de visitação turística e acesso à área protegida. |
4 - Listagem das medidas de gestão
Para que não se perca a visão integradora do Plano de Gestão, optou-se por classificar as medidas de gestão em cinco grandes temas, conforme consta da Tabela 3:
Tabela 3 - Grandes temas de medidas de gestão
Tema | Descrição
A. | Medidas relacionadas com a gestão de habitats e espécies
B. | Medidas baseadas na propriedade e uso do solo
C. | Medidas administrativas e reguladoras
D. | Medidas de monitorização e melhoria do conhecimento científico
E. | Medidas para o aumento da comunicação e da consciência ambiental
Esta metodologia permitiu identificar tipos de medidas que se podem propor no âmbito do Plano de Gestão, as quais estão dependentes de futuras relações a estabelecer com as entidades responsáveis pela sua implementação, e que estão em consonância com as medidas propostas pelo Plano Setorial da Rede Natura 2000.
Tabela 4 - Tipos de medidas de gestão e entidades responsáveis pela sua implementação
Tipo de medida | Descrição | Entidades responsáveis
M1. | Medidas gerais | - Secretaria Regional do Ambiente e Ação Climática/Direção Regional do Ambiente e Ação Climática
M2. | Medidas relacionadas com a agricultura e habitats abertos | - Secretaria Regional da Agricultura e Alimentação/Direção Regional da Agricultura, Veterinária e Alimentação/Direção Regional dos Recursos Florestais e Ordenamento Territorial- Secretaria Regional do Ambiente e Ação Climática/Direção Regional do Ambiente e Ação Climática
M3. | Medidas relacionadas com florestas e habitats lenhosos | - Secretaria Regional da Agricultura e Alimentação/Direção Regional dos Recursos Florestais e Ordenamento Territorial- Secretaria Regional do Ambiente e Ação Climática/Direção Regional do Ambiente e Ação Climática
M4. | Medidas relacionadas com zonas húmidas, águas correntes e habitats costeiros | - Secretaria Regional do Mar e das Pescas/Direção Regional de Políticas Marítimas- Secretaria Regional do Ambiente e Ação Climática/Direção Regional do Ambiente e Ação Climática- Secretaria Regional da Agricultura e Alimentação/Direção Regional dos Recursos Florestais e Ordenamento Territorial
M5. | Medidas relacionadas com habitats marinhos | - Secretaria Regional do Mar e das Pescas/Direção Regional de Políticas Marítimas- Serviços de Ambiente e Ação Climática de Ilha/Parques Naturais de Ilha
M6. | Medidas relacionadas com planeamento espacial | - Secretaria Regional do Ambiente e Ação Climática/Direção Regional do Ambiente e Ação Climática- Secretaria Regional da Agricultura e Alimentação/Direção Regional dos Recursos Florestais e Ordenamento Territorial- Secretaria Regional do Mar e das Pescas/Direção Regional de Políticas Marítimas- Secretaria Regional do Turismo, Mobilidade e Infraestruturas- Municípios
M7. | Medidas relacionadas com gestão de habitats e espécies, caça, recoleção e pesca | - Secretaria Regional do Ambiente e Ação Climática/Direção Regional do Ambiente e Ação Climática- Secretaria Regional da Agricultura e Alimentação/Direção Regional da Agricultura Veterinária e Alimentação/Direção Regional dos Recursos Florestais e Ordenamento Territorial- Secretaria Regional do Mar e das Pescas/Direção Regional de Políticas Marítimas
M8. | Medidas relacionadas com áreas urbanas, indústria, energia, turismo e transportes | - Municípios- Secretaria Regional do Ambiente e Ação Climática/Direção Regional do Ambiente e Ação Climática- Secretaria Regional da Agricultura e Alimentação/Direção Regional dos Recursos Florestais e Ordenamento Territorial- Secretaria Regional do Turismo, Mobilidade e Infraestruturas/Direção Regional da Energia/Direção Regional da Mobilidade/Direção Regional das Obras Públicas/Direção Regional do Turismo
M9. | Medidas relacionadas com uso especial dos recursos | - Municípios- Secretaria Regional do Ambiente e Ação Climática/Direção Regional do Ambiente e Ação Climática- Secretaria Regional da Agricultura e Alimentação/Direção Regional dos Recursos Florestais e Ordenamento Territorial
Optou-se por produzir um sistema de classificação das medidas adaptado ao território açoriano. A cada medida foi atribuído um código, para que mais facilmente se possam relacionar com as unidades operativas de gestão.
Todas as medidas do tema A devem se efetuadas sob a supervisão de pessoal técnico e cientificamente habilitado, proveniente da Direção Regional do Ambiente e Ação Climática ou das diversas entidades envolvidas na sua implementação. Todas as medidas implementadas no terreno devem ser documentadas, monitorizadas e georreferenciadas.
Para cada área protegida estabelecem-se os objetivos gerais, que estão relacionados com os objetivos de gestão preconizados pelo Decreto Legislativo Regional n.º 11/2011/A, 20 de abril, que criou o PNI da Terceira. Estes objetivos gerais estão já relacionados com a realidade do local e com as grandes metas que se pretende atingir em termos de conservação da natureza e de compatibilização com os restantes usos do solo, em cada área protegida.
Ao estabelecer-se os objetivos gerais dá-se destaque aos habitats e espécies presentes nos anexos i, ii e iv da Diretiva Habitats.
Para cada área protegida referem-se as condicionantes legais presentes, sejam elas provenientes de instrumentos de gestão territorial (planos especiais, municipais e setoriais de ordenamento do território) ou de servidões e restrições de utilidade pública.
Apresentam-se também as diversas unidades operativas de gestão presentes em cada área protegida, assim como o código que surge na planta, o regime de proteção e área correspondente, em hectares. A inclusão nos diversos regimes de proteção obedeceu sempre em primeira mão ao princípio da proteção eficaz dos habitats, espécies e paisagens e seguidamente ao da conciliação dos usos do solo.
Apresenta-se ainda a proposta de intervenção quanto aos elementos de fruição de paisagem, sejam eles trilhos, miradouros ou outros.
No Programa de Execução são apresentadas fichas para cada área protegida em que se elencam as medidas de gestão preconizadas no âmbito do Plano de Gestão. Estas medidas e a sua prioridade estão relacionadas com os aspetos que se identificaram como importantes no âmbito da caracterização e diagnóstico. Apresenta-se a generalidade das medidas necessárias e passíveis de serem implementadas, assim como o respetivo grau de prioridade, sendo o vermelho o mais elevado (nível 3) e o verde o mais baixo (nível 1).
Na Tabela 5 apresentam-se os tipos de medidas de gestão e respetivos códigos.
Tabela 5 - Tipos de medidas de gestão e códigos correspondentes
Tema | Código | Medidas de gestão
| M1. | Medidas gerais
A/B/C/D/E | M1.1. | Fiscalização de áreas protegidas
A/B/C/D/E | M1.2 | Gestão e monitorização das cavidades vulcânicas protegidas
| M2. | Medidas relacionadas comaagriculturaehabitatsabertos
B | M2.1. | Manutenção de pastagens e outros habitats abertos
B | M2.2. | Modificação de práticas culturais
B | M2.3. | Corte/colheita
B/C | M2.4. | Maneio de fitoquímicos - pesticidas e herbicidas
B/C | M2.5. | Maneio da fertilização
B/C | M2.6. | Maneio da irrigação
B/C | M2.7. | Maneio da silagem
B/C | M2.8. | Queimadas controladas
A/B/C | M2.9. | Vedação de terrenos
A/B/C | M2.10. | Construção de cancelas e outros dispositivos de limitação do gado
A/B/C | M2.11. | Maneio de sebes e bosquetes
A/B/C | M2.12. | Promoção de sebes e bosquetes
A/B/C | M2.13. | Abandono de sistemas de pastagens
A/B/C | M2.14. | Criação de gado caprino e ovino confinado
A/B/C | M2.15. | Estabelecimento de capacidade de carga bovina e caprina
A/B/C | M2.16. | Restrição ao uso como pastagem
B/C | M2.17. | Recuperação/melhoria de muros e muretes em pedra
B/C | M2.18 | Construção de muros e muretes em pedra
B/C | M2.19. | Recuperação/melhoria de elementos da arquitetura de produção tradicional
B/C | M2.20. | Recuperação/melhoria de elementos da arquitetura de produção tradicional relacionados com captação e armazenamento de água
B/C | M2.21. | Manutenção de vinha
B/C | M2.22. | Reconversão de matos em vinha
A/B/C | M2.23. | Manutenção de faixas e manchas de vegetação endémica em vinha
A/B/C | M2.24. | Maneio de gado caprino
| M2.25. | Outras medidas relacionadas com a agricultura
| M3. | Medidas relacionadas com florestasehabitatslenhosos
B/C | M3.1. | Plantação florestal com espécimes de espécies de produção e nativas
A/C/D/E | M3.2. | Naturalização dos povoamentos florestais
B/C | M3.3. | Desbaste de povoamentos florestais
B/C | M3.4. | Limpeza de povoamentos florestais
B/C | M3.5. | Eliminação do subcoberto
B/C | M3.6. | Desmatamento
A/B/C | M3.7. | Prevenção da erosão
A/B | M3.8. | Movimentação de terras
A/B | M3.9. | Melhoria da drenagem dos terrenos
A/B | M3.10. | Estabelecimento de taludes
A/B/E | M3.11. | Estabelecimento de taludes por engenharia biológica
A/B/C | M3.12. | Beneficiação de caminhos florestais
A/B/C | M3.13. | Restauro/melhoria de caminhos florestais existentes
A/B/C/D/E | M3.14. | Restauro/melhoria dos habitats florestais endémicos e nativos
A/B/C/D/E | M3.15. | Valorização de manchas florestais como corredores ecológicos
A/B/C/D/E | M3.16. | Valorização de bermas de caminhos florestais como corredores ecológicos
A/B/C/D/E | M3.17. | Gestão florestal adaptada à conservação da natureza
A/B/C/E | M3.18. | Valorização de caminhos florestais e aceiros para o turismo
| M3.19. | Outras medidas relacionadas com florestação
| M4. | Medidas relacionadas com zonas húmidas, águas correntesehabitatscosteiros
A/B/C/D/E | M4.1. | Restauro/melhoria do estado da água
A/B/C | M4.2. | Restauro/melhoria do regime hidrológico
A/C/E | M4.3. | Criação de bacias de retenção de água
A/B/C | M4.4. | Estabilização de margens
A/B/C/E | M4.5. | Estabilização de margens com técnicas de engenharia biológica
A/B/C | M4.6. | Conservação de galeria ripícola
A/B/C | M4.7. | Restauro/melhoria de galeria ripícola
A/B/C/E | M4.8. | Valorização de galeria ripícola como corredor ecológico
A/B/C/E | M4.9. | Conservação de zona húmida
A/B/C/E | M4.10. | Restauro/melhoria de zona húmida
A/C | M4.11. | Gestão da captação de água
A/C | M4.12. | Gestão das massas de água
A/B/C | M4.13. | Mitigação do assoreamento
A/B/C | M4.14. | Mitigação da eutrofização
A/B/C | M4.15. | Mitigação da acidificação
A/C/E | M4.16. | Uso para recreio
A/C/E | M4.17. | Pesca de recreio
A/B/C | M4.18. | Restauro de zonas costeiras
C/E | M4.19. | Manutenção/melhoria de zonas balneares
C/E | M4.20 | Criação de zonas balneares
A/C | M4.21 | Estabilização da linha de costa
A/C | M4.22 | Obras de proteção costeira
| M4.23 | Outras medidas relacionadas com zonas húmidas
| M5. | Medidas relacionadas comhabitatsmarinhos
| M5.1. | Restauro de habitats marinhos
| M5.2. | Outras medidas relacionadas com habitats marinhos
| M6. | Medidas relacionadas com planeamento espacial
A/C | M6.1. | Criação, reclassificação ou alteração de áreas protegidas
A/B/C/E | M6.2. | Estabelecimento de corredores ecológicos
A/B/C/E | M6.3. | Estabelecimento de áreas de continuum naturale
A/C | M6.4. | Proteção legal para habitats e espécies
A/B/C | M6.5. | Acordos com proprietários de terrenos
A/B/C | M6.6. | Serviços de ecossistemas em áreas da Rede Natura 2000
A/B/C | M6.7. | Serviços de ecossistemas em Áreas Protegidas
A/B/C | M6.8. | Outras medidas relacionadas com a Rede Natura 2000 (ZEC ZPE, SIC)
A/B/C | M6.9. | Gestão de geossítios/elementos de interesse geológico
A/C/E | M6.10. | Gestão de cavidades vulcânicas
A/C/E | M6.11. | Gestão dos elementos singulares da paisagem
A/C/E | M6.12. | Gestão de unidades de paisagem
B/C | M6.13. | Adaptação/restrição do uso militar
B/C | M6.14. | Garantir a compatibilização do Plano de Gestão com os restantes instrumentos de gestão territorial
A/B/C/D | M6.15. | Mapeamento em GPS e elaboração de relatórios de todas as atividades executadas no âmbito da implementação do Plano de Gestão
A/B/C | M6.16. | Aquisição de terrenos
A/B/C | M6.17. | Aquisição/adaptação/construção de edifícios de apoio à gestão
| M6.18. | Outras medidas de planeamento espacial
| M7. | Medidas relacionadas com gestão dehabitatseespécies, caça, recoleçãoepesca
A/B/C | M7.1. | Gestão da caça
A/D | M7.2. | Caracterização de fauna
A/D | M7.3. | Monitorização de fauna
A/D | M7.4. | Captura de fauna (artrópodes, moluscos, anfíbios, mamíferos)
A/D/E | M7.5. | Libertação de fauna terrestre
A/D/E | M7.6. | Libertação de avifauna (aves terrestres e marinhas) e fauna marinha
A/D/E | M7.7. | Promoção de condições de nidificação de fauna
A/B/C/E | M7.8. | Gestão de espécies de fauna invasora
A/D/E | M7.9. | Promoção de competição entre espécies de fauna
A/D | M7.10. | Caracterização de flora
A/D | M7.11. | Monitorização de flora
A/D | M7.12. | Estabelecimento de estações florísticas
A/D | M7.13. | Outros estudos suplementares sobre habitats, flora e fauna
A/B/D/E | M7.14. | Plantação ou sementeira de vegetação endémica
A/B/D/E | M7.15. | Plantação ou sementeira de vegetação endémica e nativa
A/B/C/D/E | M7.16. | Erradicação de espécies de vegetação invasora por métodos mecânicos, químicos e manuais
A/B/E | M7.17. | Erradicação de vegetação invasora por métodos manuais e moto-manuais
A/B/C/D/E | M7.18. | Monitorização e gestão de espécies invasoras
A/D | M7.19. | Promoção de competição entre espécies de flora
A/D | M7.20. | Promoção da relação entre fauna e flora
A/D | M7.21. | Promoção de polinização
A/B/C/D/E | M7.22. | Prevenção de poluição genética
A/B/C/D/E | M7.23. | Prevenção de doenças
A/B/C/D/E | M7.24. | Recuperação de habitats
A/B/C/D/E | M7.25. | Recuperação de turfeiras degradadas
A/D | M7.26. | Fomento da sucessão natural
A/B/C/D | M7.27. | Regulamentação e gestão de caça e recoleção
A/B/C/D | M7.28. | Regulamentação e gestão de pescas em sistemas límnicos
A/C/D | M7.29. | Regulamentação e gestão de pescas em sistemas de água salobra e salgada
A/C/D | M7.30. | Medidas específicas para uma única espécie ou para um grupo de espécies
A/E | M7.31. | Campanhas de sensibilização ambiental do público, de entidades e parceiros
A/E | M7.32. | Recolha de sementes em banco de sementes (conservação ex situ)
| M7.33. | Outras medidas relacionadas com gestão de espécies
| M8. | Medidas relacionadas com áreas urbanas, indústria, energia, turismoetransportes
B/C | M8.1. | Gestão de urbanização
B/C | M8.2. | Gestão de urbanização de povoamentos lineares
B/C | M8.3. | Gestão de urbanização de povoamentos concentrados
B/C | M8.4. | Gestão de urbanização de povoamentos dispersos
B/C | M8.5. | Gestão de zonas industriais e comerciais
C/D | M8.6. | Mitigação da poluição do solo
C/D | M8.7. | Mitigação da poluição do ar
C/D | M8.8. | Mitigação da poluição da água
C/D | M8.9. | Mitigação da poluição sonora
A/B/C/D/E | M8.10. | Estabelecimento/regulação de capacidade de carga humana
A/B/C/D/E | M8.11. | Fiscalização das atividades agrícolas, de pesca, caça e recoleção
A/B/C/D/E | M8.12. | Fiscalização das áreas com acesso condicionado ou restrito
B/C | M8.13. | Gestão de empreendimentos turísticos
C | M8.14. | Gestão de zonas portuárias
C | M8.15. | Gestão de zonas aeroportuárias
A/C | M8.16. | Criação de corredores ecológicos em pontes, viadutos e túneis
C | M8.17. | Gestão de lixos industriais e urbanos
C | M8.18. | Gestão de antigos aterros sanitários e lixeiras
A/C/E | M8.19. | Recuperação paisagística de aterros sanitários e lixeiras
A/B/C/E | M8.20. | Recuperação de zonas degradadas por lixeiras ilegais
A/C/D | M8.21. | Gestão específica de sistemas de transporte de energia
A/C | M8.22. | Gestão de linhas de abastecimento elétrico de alta tensão
A/C | M8.23. | Gestão de adutoras de água
A/C | M8.24. | Gestão de redes de drenagem de água
A/B/C/E | M8.25. | Manutenção de trilhos
B/C/E | M8.26. | Sinalização de trilhos
B/C/E | M8.27. | Melhoria do acesso ao trilho
B/C/E | M8.28. | Colocação de placards de informação relevante em trilhos
A/D/E | M8.29. | Sinalização de direções por meio de estacas
A/D/E | M8.30. | Criação de zonas tampão em trilhos
A/E | M8.31. | Melhoria da drenagem de trilhos
A/E | M8.32. | Criação de pontos de paragem em trilhos
A/E | M8.33. | Vedação de troços de trilho
A/E | M8.34. | Abandono de troço de trilho
A/E | M8.35. | Criação de troço de trilho
A/E | M8.36. | Criação de troço de trilho elevado - passadiço aéreo
A/B/C | M8.37. | Limpeza de bermas de estradas e caminhos
A/B/C/D/E | M8.38. | Conservação de habitats e espécies protegidos em bermas de estradas e caminhos
A/B/C | M8.39. | Manutenção/criação de caminhos viários
A/B/C | M8.40. | Criação de condições para BTT/pistas cicláveis
C | M8.41. | Restrição de tráfego em via
A/E | M8.42. | Manutenção/melhoria de miradouro
A/E | M8.43. | Criação de miradouro
A/E | M8.44. | Colocação de placard de informação e sensibilização dos valores presentes
E | M8.45. | Criação de estacionamento
E | M8.46. | Criação de estacionamento para pessoas de mobilidade reduzida
E | M8.47. | Adaptação de miradouro a pessoas de mobilidade reduzida
A/E | M8.48. | Abandono de miradouro
E | M8.49. | Criação de equipamento de observação de aves
E | M8.50. | Criação de equipamento de recreio
E | M8.51. | Criação de equipamento de recreio infantil
E | M8.52. | Criação de equipamento desportivo
E | M8.53. | Criação de zona de campismo
E | M8.54. | Criação de centro de interpretação ambiental
E | M8.55. | Criação de trilhos para equitação
E | M8.56. | Adaptação de pistas de veículos motorizados
A/E | M8.57. | Abandono de pistas de veículos motorizados
A/E | M8.58. | Criação de zonas para recreio e desportos de natureza
A/E | M8.59. | Criação de pontos de escalada e coasteering
A/E | M8.60. | Criação de troços de canyoning
A/E | M8.61. | Criação de zonas de espeleologia
A/E | M8.62. | Criação de pontos de lançamento de parapente
A/B/C/E | M8.63. | Gestão de lixos
A/B/C/E | M8.64. | Gestão de resíduos provenientes de atividades de remoção de espécies invasoras
A/B/C/E | M8.65. | Conservação/manutenção de elemento arquitetónico de valor cultural
A/B/C/E | M8.66. | Recuperação de elemento arquitetónico de valor cultural
| M8.67. | Outros impactes de atividades humanas
| M8.68. | Gestão de tráfego marinho
| M9. | Medidas relacionadas com uso especial dos recursos
A/B/C | M9.1. | Regulação/gestão de exploração de extração de inertes
A/B/C | M9.2. | Regulação/gestão de exploração de pedreiras
A/C | M9.3. | Regulação/gestão de exploração de extração de inertes em praias
A/B/C | M9.4. | Regulação da extração de turfa
A/B/C/E | M9.5. | Recuperação paisagística de zonas de extração de inertes e pedreiras
| M9.6. | Regulação/gestão de exploração de recursos naturais marinhos
| M9.7. | Outras medidas de uso de recursos
5 - Programa de Execução
5.1 - Proposta de intervenção para a Reserva Natural da Serra de Santa Bárbara e dos Mistérios Negros (TER01)
Condicionantes
Plano Diretor Municipal de Angra do Heroísmo | Espaço Natural
Reserva Florestal Natural
Zona de Proteção Especial
Zonas Húmidas
Conservação da Natureza | ZEC PTTER0017 Serra de Santa Bárbara e Pico Alto
Unidades Operativas de Gestão
TER01.01 - Caldeira da Serra de Santa Bárbara | Área de proteção integral e área de intervenção específica (278,40 ha)
TER01.02 - Serra de Santa Bárbara e Mistérios Negros | Área de proteção parcial e áreas de intervenção específica (1308,59 ha)
Elementos de fruição da paisagem
Trilhos
PRC01TER Mistérios Negros | Manutenção e beneficiação
PRC03TER Serreta - troço de subida à Lagoínha | Manutenção e beneficiação
Passadiços norte e sul da Serra de Santa Bárbara | Criação e manutenção
Miradouros
TER.M1 Miradouro da Serra de Santa Bárbara 1 | Requalificação
TER.M2 Miradouro da Serra de Santa Bárbara 2 | Requalificação
TER.M3 Miradouro dos Mistérios Negros - Lagoa do Negro | Manutenção e beneficiação
5.1.1 - Objetivos de gestão
OB1. Preservação de habitats, ecossistemas e espécies num estado favorável de conservação, nomeadamente os habitats prioritários: charcos temporários mediterrânicos (3170), charnecas macaronésicas endémicas (4050), turfeiras altas ativas (7110), turfeiras de cobertura (7130), turfeiras arborizadas (91DO) laurissilvas macaronésicas (9360) e florestas macaronésicas de Juniperus spp. (9560), (anexo i da Diretiva Habitats) e as espécies protegidas, de que são exemplo: Angelica lignescens, Erica azorica, Rumex azoricus, Sanicula azorica, Euphorbia stygiana e a espécie prioritária Lactuca watsoniana (anexos ii e iv da Diretiva Habitats).
OB2. Manutenção dos processos ecológicos.
OB3. Proteção das características estruturais da paisagem, dos elementos geológicos, geomorfológicos e dos afloramentos rochosos.
OB4. Preservação de exemplos do ambiente natural para estudos científicos, monitorização e educação ambiental.
OB5. Conservação das condições naturais de referência aos trabalhos científicos e projetos.
OB6. Definição de limites e condicionamentos ao livre acesso público.
5.1.2 - Quadro-resumo das medidas de gestão
Medidas de gestão |
Unidade Operativa de Gestão | M1 - Medidas gerais | M3 - Medidas relacionadas com florestas e habitats lenhosos | M4 - Medidas relacionadas com zonas húmidas, águas correntes e habitats costeiros | M6 - Medidas relacionadas com planeamento espacial
TER01.01 | M1.1. | | | M4.9. | | M6.9. |
TER01.02 | M1.1. | M1.2. | | M3.17. | | | M6.2. | M6.9. |
Medidas de gestão
Unidade Operativa de Gestão | M7 - Medidas relacionadas com gestão de habitats e espécies, caça, recoleção e pesca | M8 - Medidas relacionadas com áreas urbanas, indústria, energia, turismo e transportes
TER01.01 | M7.3. | M7.10. | M7.16. | M7.18. | M7.24. | M7.32. | | M8.12. | M8.64. |
TER01.02 | M7.2. | M7.3. | M7.15. | M7.16. | M7.18. | M7.24. | M7.26. | M7.31. | M7.32. | M8.25. | M8.36. | M8.44. | M8.47. | M8.64. |
5.1.3 - Medidas de gestão
Unidade Operativa de Gestão | Regime de proteção | Medidas de gestão | Descrição
TER01.01 | Área de proteção integral e área de intervenção específica | M1.1. | Fiscalização da área protegida pelos Vigilantes da Natureza.
M4.9. | Conservação das zonas de turfeira.
M6.9. | Monitorização do geossítio e elementos de interesse geológico.
M7.3. | Monitorização da fauna de artrópodes, com especial incidência o Trechus terrabravensis.
M7.10. | Caracterização das espécies protegidas de flora e das manchas de habitats protegidos.
M7.16. | Controlo de espécies de vegetação invasora por métodos mecânicos, químicos e manuais.
M7.18. | Caracterização e erradicação de novas espécies invasoras.
M7.24. | Melhoria da qualidade do habitat do artrópode endémico Trechus terrabravensis, através da remoção manual e controlo de espécies invasoras.
M7.32. | Recolha de sementes em banco de sementes (conservação ex situ).
M8.12. | Fiscalização das áreas com acesso condicionado ou restrito (caldeira).
M8.64 | Gestão no local dos resíduos provenientes das atividades de remoção das espécies invasoras.
TER01.02 | Área de proteção parcial e áreas de intervenção específica | M1.1. | Fiscalização da área protegida pelos Vigilantes da Natureza.
| | M1.2. | Gestão e monitorização das cavidades vulcânicas protegidas - gruta do Natal.
| | M3.17. | Gestão florestal adaptada à conservação da natureza.
| | M6.2. | Estabelecimento de corredor ecológico com a renaturalização da área da Lagoa do Negro criando uma ligação entre Santa Bárbara e a Terra Brava.
| | M6.9. | Monitorização do geossítio e elementos de interesse geológico.
| | M7.2. | Caracterização da fauna (artrópodes).
| | M7.3. | Monitorização das espécies Columba palumbus azorica e outras aves, Nyctalus azoreum e de artrópodes, com especial incidência no Trechus terrabravensis.
| | M7.15. | Plantação e sementeira de vegetação endémica e nativa para restauro ecológico de habitats.
| | M7.16. | Controlo de espécies de vegetação invasora, nomeadamente Hedychium gardnerianum, Rubus ulmifolius, Ulex europaeus L. subsp. europaeus e Acacia melanoxylon e Pittosporum undulatum.
| | M7.18. | Caracterização e erradicação de novas espécies invasoras.
| | M7.24. | Melhoria da qualidade do habitat do artrópode endémico Trechus terrabravensis, através da remoção manual e controlo de espécies invasoras.Restauro do habitat do vale da ribeira dos Gatos constituído por uma floresta laurifólia e turfeiras arborizadas (habitats prioritários) através do controlo da espécie invasora Pittosporum undulatum.
| | M7.26. | Fomento da sucessão natural através do corte de Cryptomeria japonica e erradicação de espécies de flora invasora, devendo obter para tal aprovação prévia da DRRFOT.
| | M7.31. | Campanhas de sensibilização do público, de entidades e parceiros.
| | M7.32. | Recolha de sementes em banco de sementes (conservação ex situ).
| | M8.25. | Manutenção do trilho PRC01TER Mistérios Negros e de troço do trilho PRC03TER Serreta.
| | M8.36. | Criação de troços de trilhos elevados - passadiços aéreos para miradouro com vista para a caldeira da Serra de Santa Bárbara.
| | M8.44. | Colocação de placards informação e sensibilização dos valores presentes na zona de passadiços e miradouros na Serra de Santa Bárbara.
| | M8.47. | Melhoria e adaptação de miradouros a pessoas de mobilidade reduzida na Serra de Santa Bárbara.
| | M8.64. | Gestão de resíduos provenientes das atividades de remoção das espécies invasoras.
5.2 - Proposta de intervenção para a Reserva Natural do Biscoito da Ferraria e Pico Alto (TER02)
Condicionantes
Plano Diretor Municipal da Praia da Vitória | Áreas de Máxima Infiltração
Área pertencente à Lista Nacional de Sítios/Açores
Espaços Florestais
Espaços Naturais
Conservação da Natureza | Sítio Ramsar 1805 - Planalto Central da Terceira (Furnas do Enxofre e Algar do Carvão)
ZEC PTTER0017 Serra de Santa Bárbara e Pico Alto
Unidades Operativas de Gestão
TER02.01 - Biscoito da Ferraria e Pico Alto | Área de proteção parcial e áreas de intervenção específica (708,24 ha)
Elementos de fruição da paisagem
Trilhos
PRC06TER Rocha do Chambre - troço do trilho | Manutenção e beneficiação
Miradouros
TER.M4 Miradouro da Rocha do Chambre | Manutenção e beneficiação
TER.M15 Miradouro do Pico Alto | Manutenção e beneficiação
5.2.1 - Objetivos de gestão
OB1. Preservação de habitats, ecossistemas e espécies num estado favorável de conservação, nomeadamente os habitats prioritários charnecas macaronésicas endémicas (4050), turfeiras altas ativas (7110), turfeiras de cobertura (7130), turfeiras arborizadas (91DO) laurissilvas macaronésicas (9360) e florestas macaronésicas de Juniperus spp. (9560) (anexo i da Diretiva Habitats), e as espécies protegidas, de que são exemplo: Ammi trifoliatum, Angelica lignescens, Frangula azorica, Isoetes azorica, Sanicula azorica, Vandesboschia speciosa (sin. Trichomanes speciosum) e a espécie prioritária Lactuca watsoniana (anexos ii e iv da Diretiva Habitats).
OB2. Manutenção dos processos ecológicos que permitem a presença de zonas húmidas de importância internacional, nomeadamente as charnecas macaronésicas endémicas e turfeiras arborizadas e não arborizadas.
OB3. Proteção das características estruturais da paisagem, dos elementos geológicos, geomorfológicos e dos afloramentos rochosos.
OB4. Preservação de exemplos do ambiente natural para estudos científicos, monitorização e educação ambiental.
OB5. Conservação das condições naturais de referência aos trabalhos científicos e projetos.
OB6. Definição de limites e condicionamentos ao livre acesso público.
5.2.2 - Quadro-resumo das medidas de gestão
Medidas de gestão
Unidade Operativa de Gestão | M1 - Medidas gerais | M2 - Medidas relacionadas com a agricultura e habitats abertos | M6 - Medidas relacionadas com planeamento espacial
TER02.01 | M1.1. | | M2.9. | M2.10. | | M6.2. | M6.3. | M6.9. |
Medidas de gestão
Unidade Operativa de Gestão | M7 - Medidas relacionadas com gestão de habitats e espécies, caça, recoleção e pesca | M8 - Medidas relacionadas com áreas urbanas, indústria, energia, turismo e transportes
TER02.01 | M7.2. | M7.3. | M7.11. | M7.13. | M7.16. | M7.18. | M7.24. | M7.26. | M7.32. | M7.33. | M8.25. | M8.35. | M8.44. | M8.64. |
5.2.3 - Medidas de gestão
Unidade Operativa de Gestão | Regime de proteção | Medidas de gestão | Descrição
TER02.01 | Área de proteção parcial e áreas de intervenção específica | M1.1. | Fiscalização da área protegida pelos Vigilantes da Natureza.
| | M2.9. | Vedação de terrenos.
| | M2.10. | Construção de cancelas e outros dispositivos de limitação do gado.
| | M6.2. | Estabelecimento de corredor ecológico entre as Furnas do Enxofre e o Biscoito Rachado.
| | M6.3. | Estudo da viabilidade de estabelecimento de área de continuum naturale de ligação a área protegida para a gestão de habitats e espécies da Costa das Quatro Ribeiras (TER 10).
| | M6.9. | Monitorização do geossítio e elementos de interesse geológico.
| | M7.2. | Caracterização de fauna.
| | M7.3. | Monitorização de fauna.
| | M7.11. | Monitorização de flora invasora, particularmente nas bermas e taludes de caminhos.
| | M7.13. | Restauro experimental das encostas de depósitos da Rocha do Juncal e da Vinagreira com o controlo de espécies exóticas invasoras e restauro de populações de espécies raras (Lactuca watsoniana, Ammi trifoliatum e Sanicula azorica).
| | M7.16. | Controlo das principais invasoras: Hedychium gardeneranum, Hydrangea macrophylla, Rubus ulmifolius e Acacia melanoxylon. Prioridade na erradicação sempre que as invasoras compitam com habitats e espécies protegidos.
| | M7.18. | Caracterização e erradicação de novas espécies invasoras
| | M7.24. | Restauro de habitats protegidos (matos macaronésicos, floresta laurifólia e turfeiras florestadas) por alteração de uso de antigas parcelas com Eucalyptus nitens e Cryptomeria japonica.
| | M7.26. | Fomento da sucessão natural através da erradicação de espécies invasoras.
| | M7.32. | Recolha de sementes em banco de sementes (conservação ex situ).
| | M7.33. | Controlo da presença do gado caprino.
| | M8.25. | Manutenção de troço do trilho PRC06TER Rocha do Chambre e proceder a proposta de alteração do trilho.
| | M8.35. | Realização de estudo para levantamento do traçado do trilho Agualva-Pico Alto e aferição dos impactes e das medidas necessárias para a abertura do trilho.
| | M8.44. | Colocação de placas informativas para sensibilizar para os valores presentes.
| | M8.64. | Gestão dos resíduos provenientes das atividades de remoção das espécies invasoras.
5.3 - Proposta de intervenção para a Reserva Natural da Terra Brava e Criação das Lagoas (TER03)
Condicionantes
Plano Diretor Municipal da Praia da Vitória | Área pertencente à Lista Nacional de Sítios dos Açores
Espaços Agrícolas
Espaços Florestais
Espaços Naturais
Conservação da Natureza | Sítio Ramsar 1805 - Planalto Central da Terceira (Furnas do Enxofre e Algar do Carvão)
ZEC PTTER0017 Serra de Santa Bárbara e Pico Alto
Unidades Operativas de Gestão
TER03.01 - Terra Brava e Criação das Lagoas | Área de proteção parcial e áreas de intervenção específica (368,91 ha)
Elementos de fruição da paisagem
Miradouros
TER.M5 Miradouro da Terra Brava | Manutenção e beneficiação
5.3.1 - Objetivos de gestão
OB1. Preservação de habitats, ecossistemas e espécies num estado favorável de conservação, nomeadamente os habitats prioritários charnecas macaronésicas endémicas (4050), turfeiras altas ativas (7110), turfeiras de cobertura (7130), turfeiras arborizadas (91DO) laurissilvas macaronésicas (9360) (anexo i da Diretiva Habitats) e as espécies protegidas, de que são exemplo: Arceuthobium azoricum, Frangula azorica, Picconia azorica, Sanicula azorica, Vandesboschia speciosa (sin. Trichomanes speciosum) e a espécie prioritária Lactuca watsoniana (anexos ii e iv da Diretiva Habitats).
OB2. Manutenção dos processos ecológicos que permitem a presença de habitats protegidos.
OB3. Proteção das características estruturais da paisagem, dos elementos geológicos, geomorfológicos e dos afloramentos rochosos.
OB4. Preservação de exemplos do ambiente natural para estudos científicos, monitorização e educação ambiental.
OB5. Conservação das condições naturais de referência aos trabalhos científicos e projetos.
OB6. Definição de limites e condicionamentos ao livre acesso público.
5.3.2 - Quadro-resumo das medidas de gestão
Medidas de gestão
Unidade Operativa de Gestão | M1 - Medidas gerais | M2 - Medidas relacionadas com a agricultura e habitats abertos | M6 - Medidas relacionadas com planeamento espacial
TER03.01 | M1.1. | | M2.9. | M2.10. | | M6.2. | M6.3. | M6.16. |
Medidas de gestão
Unidade Operativa de Gestão | M7 - Medidas relacionadas com gestão de habitats e espécies, caça, recoleção e pesca | M8 - Medidas relacionadas com áreas urbanas, indústria, energia, turismo e transportes
TER03.01 | M7.2. | M7.3. | M7.8. | M7.10. | M7.11. | M7.16. | M7.18. | M7.24. | M7.31. | M7.32. | M7.33. | M8.64. |
5.3.3 - Medidas de gestão
Unidade Operativa de Gestão | Regime de proteção | Medidas de gestão | Descrição
TER03.01 | Área de proteção parcial e áreas de intervenção específica | M1.1. | Fiscalização da área protegida pelos Vigilantes da Natureza.
M2.9. | Vedação de terrenos.
M2.10. | Construção de cancelas e outros dispositivos de limitação do gado.
M6.2. | Estabelecimento de corredores ecológicos.
M6.3. | Estudo da viabilidade de estabelecimento de área de continuum naturale de ligação a área protegida para a gestão de habitats e espécies do Biscoito das Fontinhas (TER 09).
M6.16. | Aquisição de terreno na Terra Brava para maximizar o efeito de proteção das zonas tampão.
M7.2. | Caracterização da fauna.
M7.3. | Monitorização da fauna de artrópodes, com especial incidência no Trechus terrabravensis.
M7.8. | Gestão de espécies de fauna invasora.
M7.10. | Levantamento das espécies de flora protegida.
M7.11. | Monitorização da flora endémica e protegida.
M7.16. | Controlo de espécies de vegetação invasora (Hedychium gardneranum).
M7.18. | Caracterização e erradicação de novas espécies invasoras.
M7.24. | Melhoria da qualidade do habitat do artrópode endémico Trechus terrabravensis, através da remoção manual e controlo de espécies invasoras.
M7.31. | Campanhas de sensibilização ambiental do público, de entidades e parceiros.
M7.32. | Recolha de sementes em banco de sementes (conservação ex situ).
M7.33. | Controlo da presença do gado caprino.
M8.64. | Gestão dos resíduos provenientes das atividades de remoção das espécies invasoras.
5.4 - Proposta de intervenção para o Monumento Natural do Algar do Carvão (TER04)
Condicionantes
Plano Diretor Municipal de Angra do Heroísmo | Zona de Proteção Especial
Zonas Húmidas
Plano Diretor Municipal da Praia da Vitória | Área pertencente à Lista Nacional de Sítios dos Açores
Espaços Naturais
Conservação da Natureza | Sítio Ramsar 1805 - Planalto Central da Terceira (Furnas do Enxofre e Algar do Carvão)
ZEC PTTER0017 Serra de Santa Bárbara e Pico Alto
Plano de Atividades Extrativas | Área de extração de massas minerais consolidada abandonada
Área de integração ambiental e paisagística
Unidades Operativas de Gestão
TER04.01 - Algar do Carvão e área envolvente | Área de proteção parcial e área de intervenção específica (39,30 ha)
Elementos de fruição da paisagem
Centros Ambientais |
Centro de Receção e Interpretação Ambiental do Algar do Carvão | Construção de novo centro
5.4.1 - Objetivos de gestão
OB1. Proteger e preservar um elemento natural de grande valor geológico pela sua significância, singularidade e qualidade representativa, destacando-se a profusão de formações siliciosas muito desenvolvidas, de ocorrência rara em vulcanismo oceânico e ocorrência de endemismos de fauna cavernícola.
OB2. Promover oportunidades de pesquisa, educação, interpretação e apreciação pública.
OB3. Eliminar ou prevenir tipos de exploração ou ocupação que possam constituir ameaça para os valores que determinam a classificação como Monumento Natural por meio da revisão do modelo de visitação implementado.
5.4.2 - Quadro-resumo das medidas de gestão
Medidas de gestão
Unidade Operativa de Gestão | M1 - Medidas gerais | M6 - Medidas relacionadas com planeamento espacial
TER04.01 | M1.1. | M1.2. | | M6.9. |
Medidas de gestão
Unidade Operativa de Gestão | M7 - Medidas relacionadas com gestão de habitats e espécies, caça, recoleção e pesca | M8 - Medidas relacionadas com áreas urbanas, indústria, energia, turismo e transportes
TER04.01 | M7.11. | M7.13. | M7.16. | M7.18. | M7.31. | | M8.10. | M8.54. |
5.4.3 - Medidas de gestão
Unidade Operativa de Gestão | Regime de proteção | Medidas de gestão | Descrição
TER04.01 | Área de proteção parcial | M1.1. | Fiscalização da área protegida pelos Vigilantes da Natureza.
M1.2. | Gestão e monitorização da cavidade vulcânica protegida - Algar do Carvão.
M6.9. | Monitorização do geossítio e elementos de interesse geológico.
M7.11. | Monitorização da vegetação existente na envolvente da cavidade vulcânica.
M7.13. | Estudos suplementares sobre fauna cavernícola e artrópodes, fungos e bactérias. Monitorização dos efeitos dos visitantes na cavidade vulcânica.
M7.16. | Controlo de invasoras, prioridade na erradicação sempre que as invasoras compitam com habitats e espécies protegidos e que afetem os terrenos circundantes.
M7.18. | Levantamento e erradicação de novas espécies invasoras.
M7.31. | Campanhas de sensibilização ambiental do público, de entidades e parceiros.
M8.10. | Estabelecimento/regulação de capacidade de carga humana.
M8.54. | Construção de um novo centro (Centro de Interpretação e Apoio à Visitação do Algar do Carvão).
5.5 - Proposta de intervenção para o Monumento Natural das Furnas do Enxofre (TER05)
Condicionantes
Plano Diretor Municipal de Angra do Heroísmo | Zonas Húmidas
Plano Diretor Municipal da Praia da Vitória | Áreas Fumarólicas
Espaços Florestais
Conservação da Natureza | Sítio Ramsar 1805 - Planalto Central da Terceira (Furnas do Enxofre e Algar do Carvão)
Plano de Atividades Extrativas | Plano de Atividades Extrativas
Área de integração ambiental e paisagística
Unidades Operativas de Gestão
TER05.01 - Campo fumarólico | Área de proteção integral (1,13 ha)
TER05.02 - Área do Monumento Natural | Área de proteção parcial (12,37 ha)
Elementos de fruição da paisagem
Trilhos |
Circuito de visitação | Manutenção e beneficiação
5.5.1 - Objetivos de gestão
OB1. Proteger e preservar um elemento natural de grande valor geológico pela sua significância, singularidade e qualidade representativa, destacando-se a presença de fenómenos de vulcanismo secundário, com emissão de gases sulfurosos, associados à presença de espécies, habitats e ecossistemas protegidos.
OB2. Promover oportunidades de pesquisa, educação, interpretação e apreciação pública.
OB3. Eliminar ou prevenir tipos de exploração ou ocupação que possam constituir ameaça para os valores que determinam a classificação como Monumento Natural por meio da revisão do modelo de visitação implementado.
5.5.2 - Quadro-resumo das medidas de gestão
Medidas de Gestão
Unidade Operativa de Gestão | M1 - Medidas gerais | M2 - Medidas relacionadas com a agricultura e habitats abertos | M6 - Medidas relacionadas com planeamento espacial
TER05.01 | M1.1. | | | M6.9. |
TER05.02 | M1.1. | | M2.9. | M2.10. | M2.17. | | M6.9. |
Medidas de gestão
Unidade Operativa de Gestão | M7 - Medidas relacionadas com gestão de habitats e espécies, caça, recoleção e pesca | M8 - Medidas relacionadas com áreas urbanas, indústria, energia, turismo e transportes
TER05.01 | M7.10. | M7.11. | M7.13. | M7.16. | M7.18. | M7.31. | | M8.64. |
TER05.02 | M7.10. | M7.11. | M7.15. | M7.16. | M7.18. | M7.31. | | M8.25. | M8.64. |
5.5.3 - Medidas de gestão
Unidade Operativa de Gestão | Regime de proteção | Medidas de gestão | Descrição
TER05.01 | Área de proteção integral | M1.1. | Fiscalização da área protegida pelos Vigilantes da Natureza.
M6.9. | Monitorização do geossítio e elementos de interesse geológico.
M7.10. | Caracterização da vegetação existente.
M7.11. | Monitorização da vegetação existente.
M7.13. | Monitorização dos efeitos dos visitantes.
M7.16. | Erradicação de invasoras.
M7.18. | Identificação e erradicação de novas espécies invasoras.
M7.31. | Campanhas de sensibilização ambiental do público, de entidades e parceiros.
M8.64. | Gestão de resíduos provenientes das atividades de promoção de espécies invasoras.
TER05.02 | Área de proteção parcial | M1.1. | Fiscalização da área protegida pelos Vigilantes da Natureza.
M2.9. | Manutenção da vedação de limite do monumento natural.
M2.10. | Manutenção da cancela de limitação do gado.
M2.17 | Recuperação e melhoria de muros e muretes em pedra.
M6.9. | Monitorização do geossítio e elementos de interesse geológico.
M7.10. | Caracterização da vegetação existente.
M7.11. | Monitorização da vegetação existente.
M7.15. | Plantação e sementeira de vegetação endémica e nativa.
M7.16. | Controlo de espécies de vegetação invasoras.
M7.18. | Identificação e erradicação de novas espécies invasoras.
M7.31. | Campanhas de sensibilização ambiental do público, de entidades e parceiros.
M8.25. | Manutenção do circuito de visitação.
M8.64. | Gestão de resíduos provenientes das atividades de remoção de espécies invasoras.
5.6 - Proposta de intervenção para a Área Protegida para a Gestão de Habitats ou Espécies da Ponta das Contendas (TER06)
Condicionantes
Plano Diretor Municipal de Angra do Heroísmo | Espaços de Indústria Extrativa
Espaços Naturais
Falésias
Faróis
Zona de Proteção Especial
Zonas de Risco de Erosão
Conservação da Natureza | IBA PT067 Contendas
ZPE PTZPE0031 Ponta das Contendas
Plano de Ordenamento de Orla Costeira | Áreas de Especial Interesse Ambiental
Reserva Agrícola Regional
Reserva Ecológica
Unidades Operativas de Gestão
TER06.01 - Ilhéus | Áreas de proteção integral (1,86 ha)
TER06.02 - Zona costeira | Área prioritária para a conservação (27,27 ha)
TER06.03 - Contendas | Área de uso sustentável de recursos (65,05 ha)
Elementos de fruição da paisagem
Trilhos
PR05TER Fortes de São Sebastião - troço do trilho | Manutenção e beneficiação
Miradouros
TER.M6 Miradouro da Ponta das Contendas | Manutenção e beneficiação
5.6.1 - Objetivos de gestão
OB1. Assegurar as condições de referência dos habitats necessárias à proteção de espécies significantes, grupos de espécies, comunidades bióticas ou características físicas do ambiente, sempre que estas necessitem de intervenção humana para a otimização da gestão.
OB2. Promover a investigação científica e a monitorização ambiental como atividades indispensáveis à gestão sustentável, com particular enfoque nas aves prioritárias nidificantes Calonectris borealis, Sterna dougallii e Sterna hirundo (anexo i da Diretiva Aves) e no mamífero endémico Nyctalus azoreum (anexo iv da Diretiva Habitats).
OB3. Criar e delimitar áreas destinadas ao conhecimento e divulgação das características dos habitats a proteger, nomeadamente o habitat prioritário charnecas macaronésicas endémicas (4050) e os habitats vegetação anual das zonas de acumulação de detritos pela maré (1210) e falésias com flora endémica das costas macaronésicas (1250) (anexo i da Diretiva Habitats).
OB4. Disciplinar os usos e atividades que possam constituir ameaça à sustentabilidade de habitats ou espécies.
OB5. Permitir que a população local usufrua de benefícios que resultem da prática de atividades no âmbito da área protegida, desde que compatíveis com os objetivos da mesma, nomeadamente atividades de recreio, lazer e turísticas.
5.6.2 - Quadro-resumo das medidas de gestão
Medidas de gestão
Unidade Operativa de Gestão | M1 - Medidas gerais | M7 - Medidas relacionadas com gestão de habitats e espécies, caça, recoleção e pesca
TER06.01 | M1.1. | | M7.3. | M7.11. | M7.14. | M7.16. | M7.24. | M7.30. | M7.31.
TER06.02 | M1.1. | | M7.3. | M7.11. | M7.18. | M7.30. | M7.31. |
TER06.03 | M1.1. | | M7.3. | M7.30. | M7.31. |
Medidas de gestão
Unidade Operativa de Gestão | M8 - Medidas relacionadas com áreas urbanas, indústria, energia, turismo e transportes | M9 - Medidas relacionadas com uso especial dos recursos
TER06.01 | |
TER06.02 | M8.25. | M8.64. | |
TER06.03 | M8.25. | | M9.5. |
5.6.3 - Medidas de gestão
Unidade Operativa de Gestão | Regime de proteção | Medidas de gestão | Descrição
TER06.01 | Áreas de proteção integral | M1.1. | Fiscalização da área protegida pelos Vigilantes da Natureza.
M7.3. | Monitorização de aves prioritárias Calonectris borealis, Sterna dougallii e Sterna hirundo.
M7.11. | Monitorização de flora em toda a área.
M7.14. | Plantação ou sementeira de vegetação nativa e endémica (típicas da zona costeira) para prevenir/retardar a erosão do solo e criar um habitat convidativo à nidificação de espécies protegidas de aves marinhas.
M7.16. | Controlo das principais invasoras. Prioridade na erradicação sempre que as invasoras compitam com habitats e espécies protegidos e que afetem o habitat de nidificação e alimentação de aves.
M7.24. | Recuperação de habitats de nidificação das espécies Sterna dougalli e Sterna hirundo.
M7.30. | Medidas específicas para colónias nidificantes de aves marinhas. Proteção através de controle de predadores que afetam as colónias de garajaus e cagarros.
M7.31. | Campanhas de sensibilização ambiental com entidades parceiras.
TER06.02 | Área prioritária para a conservação | M1.1. | Fiscalização da área protegida pelos Vigilantes da Natureza.
M7.3. | Monitorização de aves prioritárias Calonectris borealis, Sterna dougallii e Sterna hirundo.
M7.11. | Monitorização da flora endémica.
M7.18. | Monitorização e gestão de espécies invasoras.
M7.30. | Medidas específicas para colónias nidificantes de aves marinhas. Proteção através de controle de predadores que afetam as colónias de garajaus e cagarros.
M7.31. | Campanhas de sensibilização ambiental do público, entidades e parceiros para os valores presentes nas unidades operativas de gestão.
M8.25. | Manutenção de troço do trilho PR05TER Fortes de São Sebastião.
M8.64. | Gestão de resíduos provenientes de remoção de espécies invasoras.
TER06.03 | Área de uso sustentável de recursos | M1.1. | Fiscalização da área protegida pelos Vigilantes da Natureza.
M7.3. | Monitorização de aves prioritárias Calonectris borealis, Sterna dougallii e Sterna hirundo.
M7.30. | Medidas específicas para colónias nidificantes de aves marinhas. Proteção através de controle de predadores que afetam as colónias de Calonectris borealis, Sterna dougallii e Sterna hirundo.
M7.31. | Campanhas de sensibilização ambiental do público, entidades e parceiros para os valores presentes nas unidades operativas de gestão.
M8.25. | Manutenção de troço do trilho PR05TER Fortes de São Sebastião.
M9.5. | Fomentar a recuperação paisagística de zonas de extração de inertes.
5.7 - Proposta de intervenção para a Área Protegida para a Gestão de Habitats ou Espécies dos Ilhéus das Cabras (TER07)
Condicionantes
Conservação da Natureza | IBA PT081 Ilhéu das Cabras
ZPE PTZPE0032 Ilhéu das Cabras
Plano de Ordenamento de Orla Costeira | Áreas de Especial Interesse Ambiental
Linha Costeira
Reserva Ecológica
Unidades Operativas de Gestão
TER07.01 – Ilhéus das Cabras | Área prioritária para a conservação (28,18 ha)
5.7.1 - Objetivos de gestão
OB1. Assegurar as condições de referência dos habitats necessárias à proteção de espécies significantes, grupos de espécies, comunidades bióticas ou características físicas do ambiente, sempre que estas necessitem de intervenção humana para a otimização da gestão.
OB2. Promover a investigação científica e a monitorização ambiental como atividades indispensáveis à gestão sustentável, com particular enfoque nas aves prioritárias nidificantes Calonectris borealis, Sterna dougallii e Sterna hirundo (anexo i da Diretiva Aves).
OB3. Criar e delimitar áreas destinadas ao conhecimento e divulgação das características dos habitats a proteger.
OB4. Disciplinar os usos e atividades que possam constituir ameaça à sustentabilidade de habitats ou espécies.
OB5. Permitir que a população local usufrua de benefícios que resultem da prática de atividades no âmbito da área protegida, desde que compatíveis com os objetivos da mesma.
5.7.2 - Quadro-resumo das medidas de gestão
Medidas de gestão
Unidade Operativa de Gestão | M1 - Medidas gerais | M6 - Medidas relacionadas com planeamento espacial | M7 - Medidas relacionadas com gestão de habitats e espécies, caça, recoleção e pesca
TER07.01 | M1.1. | | M6.9. | | M7.3. | M7.30. |
5.7.3 - Medidas de gestão
Unidade Operativa de Gestão | Regime de proteção | Medidas de gestão | Descrição
TER07.01 | Área prioritária para a conservação | M1.1. | Fiscalização da área protegida pelos Vigilantes da Natureza.
M6.9. | Monitorização do geossítio e elementos de interesse geológico.
M7.3. | Monitorização de aves prioritárias Sterna dougallii e Sterna hirundo.
M7.30. | Estudar a viabilidade de implementação de medidas específicas para colónias nidificantes de aves marinhas. Proteção através de controle de predadores que afetam as colónias de garajaus e cagarros.
5.8 - Proposta de intervenção para a Área Protegida para a Gestão de Habitats ou Espécies da Matela (TER08)
Condicionantes
Plano Diretor Municipal de Angra do Heroísmo | Espaço Natural
Unidades Operativas de Gestão
TER08.01 - Matela | Área de proteção parcial (27,57 ha)
5.8.1 - Objetivos de gestão
OB1. Assegurar as condições de referência dos habitats necessárias à proteção de espécies significantes, grupos de espécies, comunidades bióticas ou características físicas do ambiente, sempre que estas necessitem de intervenção humana para a otimização da gestão.
OB2. Promover a investigação científica e a monitorização ambiental como atividades indispensáveis à gestão sustentável, com particular enfoque nas espécies de fauna endémica, nomeadamente, o mamífero Nyctalus azoreum (anexo iv da Diretiva Habitats) e os artrópodes Acorigone acoreensis, Argyresthia atlanticella, Ascotis fortunata azorica, Athous azoricus, Atlantocis gellerforsi, Cixius azoterceirae, Cyclophora azorensis, Damaeus pomboi, Lasaeola oceanica, Lepthyphantes acorensis, Steganacarus hirsutus azorensis e Trigoniophthalmus borgesi.
OB3. Criar e delimitar áreas destinadas ao conhecimento e divulgação das características dos habitats a proteger, nomeadamente os habitats prioritários laurissilvas macaronésicas (9360) e charnecas macaronésicas endémicas (4050) (anexo i da Diretiva Habitats).
OB4. Disciplinar os usos e atividades que possam constituir ameaça à sustentabilidade de habitats ou espécies.
OB5. Permitir que a população local usufrua de benefícios que resultem da prática de atividades no âmbito da área protegida, desde que compatíveis com os objetivos da mesma.
5.8.2 - Quadro-resumo das medidas de gestão
Medidas de gestão
Unidade Operativa de Gestão | M1 - Medidas gerais | M2 - Medidas relacionadas com a agricultura e habitats abertos | M3 - Medidas relacionadas com florestas e habitats lenhosos
TER08.01 | M1.1. | | M2.2. | | M3.17. |
Medidas de gestão
Unidade Operativa de Gestão | M7 - Medidas relacionadas com gestão de habitats e espécies, caça, recoleção e pesca | M8 - Medidas relacionadas com áreas urbanas, indústria, energia, turismo e transportes
TER08.01 | M7.3. | M7.11. | M7.14. | M7.16. | M7.32. | | M8.64. |
5.8.3 - Medidas de gestão
Unidade Operativa de Gestão | Regime de proteção | Medidas de gestão | Descrição
TER08.01 | Área de proteção parcial | M1.1. | Fiscalização da área protegida pelos Vigilantes da Natureza.
M2.2. | Modificação de práticas culturais.
M3.17. | Gestão florestal adaptada à conservação da natureza com remoção de espécies de flora invasoras e plantação de espécies endémicas.
M7.3. | Monitorização da espécie prioritária Nyctalus azoreum.
M7.11. | Monitorização da flora endémica.
M7.14. | Plantação e/ou sementeira de vegetação endémica característica da zona da Matela.
M7.16. | Controlo de espécies de vegetação invasora por métodos mecânicos, químicos e manuais.
M7.32. | Recolha de sementes em banco de sementes (ex situ).
M8.64. | Gestão de resíduos provenientes de atividades de remoção de espécies invasoras.
5.9 - Proposta de intervenção para a Área Protegida para a Gestão de Habitats ou Espécies do Biscoito das Fontinhas (TER09)
Condicionantes
Plano Diretor Municipal da Praia da Vitória | Espaços Florestais
Perímetro Florestal | Núcleo Florestal das Fontinhas
Unidades Operativas de Gestão
TER09.01 - zona a sul e nascente | Área de proteção parcial (66,46 ha)
TER09.02 - zona a norte e poente | Área de proteção complementar (38,60 ha)
Elementos de fruição da paisagem
Trilho |
PRC08TER Relheiras de São Brás | Manutenção e beneficiação
5.9.1 - Objetivos de gestão
OB1. Assegurar as condições de referência dos habitats necessárias à proteção de espécies significantes, grupos de espécies, comunidades bióticas ou características físicas do ambiente, sempre que estas necessitem de intervenção humana para a otimização da gestão.
OB2. Promover a investigação científica e a monitorização ambiental como atividades indispensáveis à gestão sustentável, com particular enfoque nos artrópodes endémicos Tarphius azoricus, Cixius azoterceirae, Galumna azoreana, Liacarus angustatus, Nothrus palustris azorensis, Parachipetria floresiana, Steganacarus hirsutus azorensis e Elipsocus azoricus.
OB3. Criar e delimitar áreas destinadas ao conhecimento e divulgação das características dos habitats a proteger, nomeadamente o habitat prioritário charnecas macaronésicas endémicas (4050) (anexo i da Diretiva Habitats).
OB4. Disciplinar os usos e atividades que possam constituir ameaça à sustentabilidade de habitats ou espécies.
OB5. Permitir que a população local usufrua de benefícios que resultem da prática de atividades no âmbito da área protegida, desde que compatíveis com os objetivos da mesma, nomeadamente atividades de recreio, lazer e turísticas.
5.9.2 - Quadro-resumo das medidas de gestão
Medidas de gestão
Unidade Operativa de Gestão | M1 - Medidas gerais | M3 - Medidas relacionadas com florestas e habitats lenhosos | M6 - Medidas relacionadas com planeamento espacial | M7 - Medidas relacionadas com gestão de habitats e espécies, caça, recoleção e pesca
TER09.01 | M1.1. | | M3.17. | | M6.3. | | M7.3. | M7.11. | M7.31. |
TER09.02 | M1.1. | | M3.17. | | | M7.3. | M7.11. | M7.31. |
Medidas de gestão
Unidade Operativa de Gestão | M8 - Medidas relacionadas com áreas urbanas, indústria, energia, turismo e transportes
TER09.01 | M8.25. |
TER09.02 |
5.9.3 - Medidas de gestão
Unidade Operativa de Gestão | Regime de proteção | Medidas de gestão | Descrição
TER09.01 | Área de proteção parcial | M1.1. | Fiscalização da área protegida pelos Vigilantes da Natureza.
M3.17. | Gestão florestal adaptada à conservação da natureza com a manutenção do habitat prioritário charneca macaronésica endémica (4050).
M6.3. | Estudo da viabilidade de estabelecimento de área de continuum naturale de ligação à reserva natural da Terra Brava e Criação das Lagoas (TER03).
M7.3. | Monitorização da fauna de artrópodes.
M7.11. | Monitorização da flora endémica.
M7.31. | Campanhas de sensibilização ambiental do público, entidades e parceiros para os valores presentes na unidade operativa de gestão.
M8.25. | Manutenção do trilho PRC08TER Relheiras de São Brás.
TER09.02 | Área de proteção complementar | M1.1. | Fiscalização da área protegida pelos Vigilantes da Natureza.
M3.17. | Gestão florestal adaptada à conservação da natureza com a manutenção do habitat prioritário charneca macaronésica endémica (4050).
M7.3. | Monitorização da fauna de artrópodes.
M7.11. | Monitorização da flora endémica.
M7.31. | Campanhas de sensibilização ambiental do público, entidades e parceiros para os valores presentes na unidade operativa de gestão.
5.10 - Proposta de intervenção para a Área Protegida para a Gestão de Habitats ou Espécies da Costa das Quatro Ribeiras (TER10)
Condicionantes
Plano Diretor Municipal da Praia da Vitória | Área de Arribas e Falésias
Área pertencente à Lista Nacional de Sítios/Açores
Domínio Público Marítimo
Espaço Natural
Zona Costeira
Conservação da Natureza | IBA PT066 Raminho - Pesqueiro Velho
ZEC PTTER0018 Costa das Quatro Ribeiras
Plano de Ordenamento da Orla Costeira | Área de Zona de Proteção de Arriba
Áreas de Especial Interesse Ambiental
Linha Costeira
Reserva Ecológica
Unidades Operativas de Gestão
TER10.01 - Zonas costeira e de falésia | Área prioritária para a conservação (51,07 ha)
TER10.02 - Fajã da Alagoa | Área de uso sustentável de recursos (6,22 ha)
Elementos de fruição da paisagem
Trilhos
PR02TER Baías da Agualva | Manutenção e beneficiação
Miradouros
TER.M7 Miradouro da costa da Agualva | Manutenção
TER.M8 Miradouro da Fajã da Alagoa 1 | Manutenção
TER.M9 Miradouro da costa das Quatro Ribeiras | Manutenção
TER.MP1 Miradouro da Fajã da Alagoa 2 | Miradouro proposto
5.10.1 - Objetivos de gestão
OB1. Assegurar as condições de referência dos habitats necessárias à proteção de espécies significantes, grupos de espécies, comunidades bióticas ou características físicas do ambiente, sempre que estas necessitem de intervenção humana para a otimização da gestão.
OB2. Promover a investigação científica e a monitorização ambiental como atividades indispensáveis à gestão sustentável, com particular enfoque para as espécies prioritárias de aves: Calonectris borealis, Sterna dougalli e Sterna hirundo (anexo i da Diretiva Aves) e para a espécie prioritária de flora Azorina vidalli (anexos ii e iv da Diretiva Habitats).
OB3. Criar e delimitar áreas destinadas ao conhecimento e divulgação das características dos habitats a proteger, nomeadamente o habitat prioritário charnecas macaronésicas endémicas (4050) (anexo i da Diretiva Habitats).
OB4. Disciplinar os usos e atividades que possam constituir ameaça à sustentabilidade de habitats ou espécies.
OB5. Permitir que a população local usufrua de benefícios que resultem da prática de atividades no âmbito da área protegida, desde que compatíveis com os objetivos da mesma, nomeadamente atividades de recreio, lazer e turísticas.
5.10.2 - Quadro-resumo das medidas de gestão
Medidas de gestão
Unidade Operativa de Gestão | M1 - Medidas gerais | M6 - Medidas relacionadas com planeamento espacial | M7 - Medidas relacionadas com gestão de habitats e espécies, caça, recoleção e pesca | M8 - Medidas relacionadas com áreas urbanas, indústria, energia, turismo e transportes
TER10.01 | M1.1. | | M6.3. | M6.9. | | M7.3. | M7.11. | M7.16. | M7.31. | M7.32. | M8.25. | M8.43. | M8.44. |
TER10.02 | M1.1. | | M6.5. | M6.9. | | M7.3. | | M8.25. |
5.10.3 - Medidas de gestão
Unidade Operativa de Gestão | Regime de proteção | Medidas de gestão | Descrição
TER10.01 | Área prioritária para a conservação | M1.1. | Fiscalização da área protegida pelos Vigilantes da Natureza.
M6.3. | Estudo da viabilidade de estabelecimento de área de continuum naturale de ligação à reserva natural do Biscoito da Ferraria e Pico Alto (TER02).
M6.9. | Monitorização do geossítio e elementos de interesse geológico.
M7.3. | Monitorização de aves nidificantes prioritárias Calonectris borealis, Sterna dougalli e Sterna hirundo.
M7.11. | Monitorização da flora endémica.
M7.16. | Controlo das principais invasoras. Prioridade na erradicação sempre que as invasoras afetem o habitat da espécie Azorina vidalli e da subespécie de costa de Juniperus brevifolia.
M7.31. | Campanhas de sensibilização ambiental do público, entidades e parceiros.
M7.32. | Recolha de sementes em banco de sementes (ex situ).
M8.25. | Manutenção de trilho PR02TER Baías da Agualva.
M8.43. | Criação de miradouro.
M8.44. | Colocação de placard de informação e sensibilização dos valores presentes.
TER10.02 | Área de uso sustentável de recursos | M1.1. | Fiscalização da área protegida pelos Vigilantes da Natureza.
M6.5. | Estudo da viabilidade de estabelecimento de acordos de custódia de natureza com os proprietários com vista à realização de ações de controlo de espécies de flora invasora.
M6.9. | Monitorização do geossítio e elementos de interesse geológico.
M7.3. | Monitorização de aves prioritárias: Calonectris borealis, Sterna dougalli e Sterna hirundo.
M8.25. | Manutenção de trilho PR02TER Baías da Agualva.
5.11 - Proposta de intervenção para a Área Protegida para a Gestão de Habitats ou Espécies do Planalto Central e Costa Noroeste (TER11)
Condicionantes
Plano Diretor Municipal de Angra do Heroísmo | Cabeceiras de Linhas de Água
Falésias
Nascentes
Reserva Florestal Natural
Reserva Geotérmica
Zonas Húmidas
Zona de Proteção Especial
Zonas de Risco de Erosão
Plano Diretor Municipal da Praia da Vitoria | Área pertencente à Lista Nacional de Sítios/Açores
Espaços Agrícolas
Espaços Florestais
Conservação da Natureza | Sítio Ramsar 1805 - Planalto Central da Terceira (Furnas do Enxofre e Algar do Carvão)
ZEC PTTER0017 Serra de Santa Bárbara e Pico Alto
Plano de Ordenamento da Orla Costeira | Áreas de Especial Interesse Ambiental
Área de Zona de Proteção de Arriba
Faróis
Linha Costeira
Reserva Ecológica
Unidades Operativas de Gestão
TER11.01 - terrenos públicos (gestão da DRA) | Área de proteção parcial e áreas de intervenção específica (391,59 ha)
TER11.02 A, B, C e D - Costa Noroeste, envolvente da Serra de Santa Bárbara e Mistérios Negros, Planarto Central e Malha Grande; Canada dos Pomares, Caminho Florestal 31 | Áreas de proteção complementar (A-1270,39 ha, B-34,10 ha, C-31,22 ha e D-42,62 ha)
TER11.03 – Costa Noroeste | Área prioritária para a conservação (105,45 ha)
TER11.04 A, B, C, D, E e F - Serreta, Raminho, Pico Matias Simão e Planalto Central | Área de uso sustentável de recursos e área de intervenção específica (A-368,81 ha, B-208,88 ha, C-3,91 ha, D-947,22 ha, E-397,68 ha, F-128,29 ha)
Elementos de fruição da paisagem
Trilhos
PRC03TER Serreta | Manutenção e beneficiação
PRC06TER da Rocha do Chambre | Manutenção e beneficiação
PRC01TER Mistérios Negros - troço | Manutenção e beneficiação
Trilho Algar do Carvão - Furnas do Enxofre | Trilho proposto
Miradouros
TER.M10 Miradouro da Ponta da Serreta | Manutenção
TER.M11 Miradouro do Raminho | Manutenção
TER.M12 Miradouro do Pico Carneiro | Manutenção
TER.M13 Miradouro do Pico Matias Simão | Manutenção
TER.M14 Miradouro do Planalto Central | Manutenção
5.11.1 - Objetivos de gestão
OB1. Assegurar as condições de referência dos habitats necessárias à proteção de espécies significantes, grupos de espécies, comunidades bióticas ou características físicas do ambiente, sempre que estas necessitem de intervenção humana para a otimização da gestão, promovendo o efeito tampão em torno de áreas mais sensíveis.
OB2. Promover a investigação científica e a monitorização ambiental como atividades indispensáveis à gestão sustentável, com particular enfoque para as espécies prioritárias de aves Calonectris borealis e Columba palumbus azorica (anexo i daDiretiva Aves), assim como para as espécies de flora protegida, de que são exemplo: Arceuthobium azoricum, Euphorbia stygiana, Frangula azorica, Rumex azoricus, Sanicula azorica e a espécie prioritária Lactuca watsoniana, (anexos ii e iv da Diretiva Habitats).
OB3. Criar e delimitar áreas destinadas ao conhecimento e divulgação das características dos habitats a proteger, nomeadamente os habitats prioritários charnecas macaronésicas endémicas (4050), turfeiras altas ativas (7110), turfeiras de cobertura (7130), turfeiras arborizadas (91DO) laurissilvas macaronésicas (9360) e florestas macaronésicas de Juniperus spp. (9560) (anexo i da Diretiva Habitats).
OB4. Disciplinar os usos e atividades que possam constituir ameaça à sustentabilidade de habitats ou espécies.
OB5. Permitir que a população local usufrua de benefícios que resultem da prática de atividades no âmbito da área protegida, desde que compatíveis com os objetivos da mesma, nomeadamente atividades de recreio, lazer e turística.
5.11.2 - Quadro-resumo das medidas de gestão
Medidas de gestão
Unidade Operativa de Gestão | M1 - Medidas gerais | M2 - Medidas relacionadas com a agricultura e habitats abertos | M3 - Medidas relacionadas com florestas e habitats lenhosos | M4 - Medidas relacionadas com zonas húmidas, águas correntes e habitats costeiros | M6 - Medidas relacionadas com planeamento espacial
TER11.01 | M1.1. | | M2.9. | M2.10. | | M3.14. | M3.17. | | M4.9. | | M6.2. | M6.9. |
TER11.02 | M1.1. | | | | | M6.9. |
TER11.03 | M1.1. | | | | | M6.9. |
TER11.04 | M1.1. | | M2.1. | | M3.15. | M3.16. | M3.17. | | M6.2. | M6.9. |
Medidas de gestão
Unidade Operativa de Gestão | M7 - Medidas relacionadas com gestão de habitats e espécies, caça, recoleção e pesca | M8 - Medidas relacionadas com áreas urbanas, indústria, energia, turismo e transportes | M9 - Medidas relacionadas com uso especial dos recursos
TER11.01 | M7.2. | M7.3. | M7.11. | M7.14. | M7.16. | M7.18. | M7.24. | M7.26. | M7.31. | M7.32. | M8.35. | |
TER11.02 | M7.3. | M7.11. | M7.16. | M7.31. | M7.32. | | |
TER11.03 | M7.3. | M7.11. | M7.16. | M7.31. | M7.32. | | |
TER11.04 | M7.3. | M7.11. | M7.16. | M7.18. | M7.31. | M7.32. | | M8.25. | M8.35. | M8.37. | M8.64. | | M9.5. |
5.11.3 - Medidas de gestão
Unidade Operativa de Gestão | Regime de proteção | Medidas de gestão | Descrição
TER11.01 | Área de proteção parcial e áreas de intervenção específica | M1.1. | Fiscalização da área protegida pelos Vigilantes da Natureza.
M2.9. | Vedação de terrenos públicos e/ou privados.
M2.10. | Construção de cancelas e outros dispositivos de limitação do gado.
M3.14. | Restauro/melhoria dos habitats florestais endémicos e nativos.
M3.17. | Gestão florestal adaptada à conservação da natureza com a manutenção dos habitats prioritários charnecas macaronésicas endémicas (4050), turfeiras arborizadas (91D0), laurissilvas macaronésicas (9360), florestas endémicas de Juniperus spp. (9560); turfeiras de cobertura (7130) e turfeiras altas ativas (7110).
M4.9. | Conservação de zonas húmidas.
M6.2. | Estabelecimento de corredor ecológico entre as Furnas do Enxofre e o Biscoito Rachado.
M6.9. | Monitorização do geossítio e elementos de interesse geológico.
M7.2. | Caracterização da fauna.
M7.3. | Monitorização das espécies Columba palumbus azorica e outras aves, Nyctalus azoreum e de artrópodes, com especial incidência no Trechus terrabravensis.
M7.11. | Monitorização de flora endémica.
M7.14. | Plantação e/ou sementeira de vegetação endémica.
M7.16. | Controlo de invasoras, prioridade na erradicação sempre que as invasoras compitam com habitats e espécies protegidos e que afetem os terrenos circundantes.
M7.18. | Monitorização e gestão de espécies de flora invasora, nomeadamente Rubus ulmifolius (silvado), Hedychium gardnerianum (roca), Ulex europaeus L. subsp. europaeus (pica-rato) e Pittosporum undulatum (incenso) e Hydrangea macrophylla (hortência).
M7.24. | Aumento da conectividade do habitat do artrópode endémico Trechus terrabravensis, através do corte cirúrgico dos eucaliptais, plantação de árvores e arbustos nativos, da dispersão de esporos de fetos nativos.
M7.26. | Fomento da sucessão natural através da erradicação de espécies invasoras e condicionamento de acesso ao público.
M7.31. | Campanhas de sensibilização ambiental do público, de entidades e parceiros.
M7.32. | Recolha de sementes em banco de sementes (conservação ex situ).
M8.35. | Criação de novo trilho (Algar do Carvão-Furnas do Enxofre).
TER11.02 A, B, C e D | Áreas de proteção complementar | M1.1. | Fiscalização da área protegida pelos Vigilantes da Natureza.
| | M6.9. | Monitorização dos geossítios e elementos de interesse geológico.
| | M7.3. | Monitorização das espécies Calonectris borealis, Sterna dougalli, Sterna hirundo, Columba palumbus azorica e outras aves e do Nyctalus azoreum.
| | M7.11. | Monitorização da flora endémica e protegida.
| | M7.16. | Controlo de invasoras, prioridade na erradicação sempre que as invasoras compitam com habitats e espécies protegidos e que afetem os terrenos circundantes.
| | M7.31. | Campanhas de sensibilização ambiental do público, de entidades e parceiros.
| | M7.32. | Recolha de sementes em banco de sementes (conservação ex situ).
TER11.03 | Área prioritária para a conservação | M1.1. | Fiscalização da área protegida pelos Vigilantes da Natureza.
| | M6.9. | Monitorização dos geossítios e elementos de interesse geológico.
| | M7.3. | Monitorização de aves nidificantes prioritárias Calonectris borealis, Sterna dougalli e Sterna hirundo.
| | M7.11. | Monitorização da flora endémica.
| | M7.16 | Controlo das principais invasoras. Prioridade na erradicação sempre que as invasoras afetem o habitat da espécie Erica azorica.
| | M7.31. | Campanhas de sensibilização ambiental do público, entidades e parceiros.
| | M7.32. | Recolha de sementes em banco de sementes (ex situ).
TER11.04A, B, C, D, E e F | Áreas de uso sustentável de recursos e área de intervenção específica | M1.1. | Fiscalização da área protegida pelos Vigilantes da Natureza.
| | M2.1. | Manutenção de pastagens e outros habitats abertos.
| | M3.15. | Valorização de manchas florestais como corredores ecológicos.
| | M3.16. | Valorização de bermas de caminhos como corredores ecológicos.
| | M3.17. | Gestão florestal adaptada à conservação da natureza com a manutenção dos habitats prioritários.
| | M6.2. | Estabelecimento do corredor ecológico Matela - Rocha do Chambre.
| | M6.9. | Monitorização do geossítio e elementos de interesse geológico.
| | M7.3. | Monitorização das espécies Calonectris borealis, Sterna dougallii e Sterna hirundo, Columba palumbus azorica e outras aves e de Nyctalus azoreum.
| | M7.11. | Monitorização de flora endémica.
| | M7.16. | Controlo de espécies de vegetação invasora por métodos mecânicos, químicos ou manuais.
| | M7.18. | Monitorização e gestão de espécies de flora invasora, nomeadamente Rubus ulmifolius, Hedychium gardnerianum, Ulex europaeus L. subsp. europaeus e Pittosporum undulatum e Hydrangea macrophylla.
| | M7.31. | Campanhas de sensibilização ambiental do público, de entidades e parceiros.
| | M7.32. | Recolha de sementes em banco de sementes (conservação ex situ).
| | M8.25. | Manutenção de troço do trilho PRC03TER Serreta e do trilho PRC06TER da Rocha do Chambre.
| | M8.35. | Estudo para a criação de trilho na zona do Pico Vermelho, Fogo e Caldeirinhas.
| | M8.37. | Limpeza de bermas de estradas e caminhos (corredor ecológico).
| | M8.64. | Gestão de resíduos provenientes de atividades de remoção de espécies invasoras.
| | M9.5. | Fomento da recuperação paisagística de zonas de extração de inertes.
5.12 - Proposta de intervenção para a Área Protegida para a Gestão de Habitats ou Espécies do Pico do Boi (TER12)
Condicionantes
Plano Diretor Municipal da Praia da Vitória | Espaços Agrícolas
Espaços Florestais
Espaços Naturais
Conservação da Natureza | ZEC PTTER0017 Serra de Santa Bárbara e Pico Alto
Unidades Operativas de Gestão
TER12.01 - Pico do Boi | Área de proteção complementar (217,14 ha)
5.12.1 - Objetivos de gestão
OB1. Assegurar as condições de referência dos habitats necessárias à proteção de espécies significantes, grupos de espécies, comunidades bióticas ou características físicas do ambiente, sempre que estas necessitem de intervenção humana para a otimização da gestão, promovendo o efeito tampão em torno de áreas mais sensíveis.
OB2. Promover a investigação científica e a monitorização ambiental como atividades indispensáveis à gestão sustentável, com particular enfoque para a espécie prioritária de ave Columba palumbus azorica (anexo i da Diretiva Aves), para as espécies protegidas de flora Erica azorica, Frangula azorica e a espécie prioritária Lactuca watsoniana (anexos ii e iv da Diretiva Habitats) o Sphagnum spp. (anexo v da Diretiva Habitats) e para o mamífero Nyctalus azoreum (anexo iv Diretiva Habitats) e artrópodes endémicos.
OB3. Criar e delimitar áreas destinadas ao conhecimento e divulgação das características dos habitats a proteger, nomeadamente os habitats prioritários charnecas macaronésicas endémicas (4050), turfeiras altas ativas (7110), turfeiras arborizadas (91DO) laurissilvas macaronésicas (9360) e florestas macaronésicas de Juniperus spp. (9560) (anexo i da Diretiva Habitats).
OB4. Disciplinar os usos e atividades que possam constituir ameaça à sustentabilidade de habitats ou espécies.
OB5. Permitir que a população local usufrua de benefícios que resultem da prática de atividades no âmbito da área protegida, desde que compatíveis com os objetivos da mesma, nomeadamente atividades de recreio, lazer e turísticas.
5.12.2 - Quadro-resumo das medidas de gestão
Medidas de gestão
Unidade Operativa de Gestão | M1 - Medidas gerais | M3 - Medidas relacionadas com florestas e habitats lenhosos | M7 - Medidas relacionadas com gestão de habitats e espécies, caça, recoleção e pesca | M8 - Medidas relacionadas com áreas urbanas, indústria, energia, turismo e transportes
TER12.01 | M1.1. | | M3.17. | | M7.16. | M7.18. | M7.31. | M7.32. | | M8.64. |
5.12.3 - Medidas de gestão
Unidade Operativa de Gestão | Regime de proteção | Medidas de gestão | Descrição
TER12.01 | Área de proteção complementar | M1.1. | Fiscalização da área protegida pelos Vigilantes da Natureza.
M3.17. | Gestão florestal adaptada à conservação da natureza com a manutenção dos habitats prioritários charnecas macaronésicas endémicas (4050), turfeiras altas ativas (7110), turfeiras arborizadas (91DO) laurissilvas macaronésicas (9360) e florestas macaronésicas de Juniperus spp. (9560).
M7.16. | Controlo de invasoras, prioridade na erradicação sempre que as invasoras compitam com habitats e espécies protegidos e que afetem os terrenos circundantes.
M7.18. | Monitorização e gestão de espécies invasoras.
M7.31. | Campanhas de sensibilização ambiental do público, de entidades e parceiros.
M7.32. | Recolha de sementes em banco de sementes (conservação ex situ).
M8.64. | Gestão de resíduos provenientes de remoção de espécies invasoras.
5.13 - Proposta de intervenção para o Área de Paisagem Protegida das Vinhas dos Biscoitos (TER13)
Condicionantes
Plano Diretor Municipal da Praia da Vitória | Arribas e Falésias
Espaço Agrícola
Espaços Naturais
Espaços Urbanizáveis
Espaços Urbanos
Plano de Ordenamento da Orla Costeira | Área de Especial Interesse Ambiental
Área de Zona de Proteção de Arriba
Linha costeira
Reserva Ecológica
Unidades Operativas de Gestão
TER13.01 - Vinhas dos Biscoitos | Área de uso sustentável de recursos (165,36 ha)
Elementos de fruição da paisagem
Trilhos
Trilho das vinhas dos Biscoitos | Manutenção e beneficiação
Miradouros
TER.M16 Miradouro da Santinha (Biscoitos) | Beneficiação
5.13.1 - Objetivos de gestão
OB1. Preservar uma interação harmoniosa, natural e cultural, através da proteção da paisagem, usos tradicionais, práticas de edificação e manifestações sociais e culturais.
OB2. Apoiar o desenvolvimento de modos de vida e atividades económicas em harmonia com a natureza e com a preservação das tradições da comunidade local, nomeadamente o estabelecimento de circuitos turísticos de interpretação da paisagem e história desta área protegida.
OB3. Manter e preservar a diversidade paisagística, bem como as espécies de flora, fauna, habitats e os ecossistemas.
OB4. Regular usos e atividades, minimizando as ameaças à estabilidade da paisagem.
OB5. Incentivar as atividades turísticas e recreativas segundo tipologias e escalas apropriadas às características biofísicas e culturais da área.
OB6. Promover atividades científicas e educacionais que contribuam para o bem-estar da população e desenvolvam um suporte público de proteção ambiental, nomeadamente atividades de voluntariado de erradicação de espécies invasoras.
OB7. Contribuir para o desenvolvimento da comunidade local através dos benefícios gerados pela prestação de serviços e venda de produtos naturais.
5.13.2 - Quadro-resumo das medidas de gestão
Medidas de gestão
Unidade Operativa de Gestão | M1 - Medidas gerais | M2 - Medidas relacionadas com a agricultura e habitats abertos | M6 - Medidas relacionadas com planeamento espacial
TER013.01 | M1.1. | | M2.21. | | M6.9. |
Medidas de gestão
Unidade Operativa de Gestão | M7 - Medidas relacionadas com gestão de habitats e espécies, caça, recoleção e pesca | M8 - Medidas relacionadas com áreas urbanas, indústria, energia, turismo e transportes
TER13.01 | M7.3. | M7.10. | M7.11 | M7.17. | M7.18. | | M8.25. | M8.44. | M8.64. |
5.13.3 - Medidas de gestão
Unidade Operativa de Gestão | Regime de proteção | Medidas de gestão | Descrição
TER13.01 | Área de uso sustentável de recursos | M1.1. | Fiscalização da área protegida pelos Vigilantes da Natureza.
M2.21. | Apoios financeiros à manutenção de paisagens tradicionais da cultura da vinha, em currais e em socalcos, e de pomares de espécies tradicionais, situadas em áreas de paisagem protegida e em fajãs costeiras, integradas nos Parques Naturais de Ilha e em Reservas da Biosfera.
M6.9. | Monitorização do geossítio e elementos de interesse geológico.
M7.3. | Monitorização das espécies Nyctalus azoreum e Columba palumbus azorica e outras aves.
M7.10. | Levantamento de espécies de flora endémica presentes na linha de costa.
M7.11. | Monitorização de flora endémica.
M7.17. | Controlo de espécies de vegetação invasora, Carpobrotus edulis e Arundo donax.
M7.18. | Monitorização e gestão da espécie de vegetação invasora, Carpobrotus edulis (chorão).
M8.25. | Manutenção do trilho das vinhas dos Biscoitos.
M8.44. | Colocação de placas de informação e sensibilização dos valores culturais presentes.
M8.64. | Gestão de resíduos provenientes de atividades de remoção de espécies invasoras.
5.14 - Proposta de intervenção para a Área Protegida de Gestão de Recursos da Caldeira de Guilherme Moniz (TER14)
Condicionantes
Plano Diretor Municipal de Angra do Heroísmo | Espaços Naturais
Ocupação e Uso de Solo
Zona de Cabeceiras de Linhas de Água
Zona de Nascentes
Zona de Proteção Especial
Zonas Húmidas
Plano de Ordenamento da Orla Costeira | Área de Especial Interesse Ambiental
Área de Zona de Proteção de Arriba
Linha Costeira
Reserva Ecológica
Unidades Operativas de Gestão
TER14.01 - Caldeira Guilherme Moniz | Área de uso sustentável de recursos (1218,05 ha)
Elementos de fruição da paisagem
Trilhos
PRC07 TER Passagem das Bestas | Manutenção
Miradouros
TER.M17 Miradouro da Caldeira de Guilherme Moniz | Manutenção
5.14.1 - Objetivos de gestão
OB1. Proteger a manutenção da biodiversidade e outros valores naturais a longo prazo, nomeadamente com a conservação de habitats e ecossistemas, tendo em especial atenção os habitats prioritários charnecas macaronésicas endémicas (4050) e turfeiras altas ativas (7110) e as laurissilvas macaronésicas (9360), que asseguram a recarga dos principais aquíferos do complexo vulcânico de Guilherme Moniz e a conservação das espécies de fauna e flora tendo em especial atenção a espécie prioritária de aves Columba palumbus azorica (anexo i da Diretiva Aves) e as espécies de flora protegida Erica azorica, Frangula azorica e a espécie prioritária Lactuca watsoniana (anexos ii e iv da Diretiva Habitats).
OB2. Promover a gestão efetiva visando o uso sustentável dos recursos, nomeadamente, a água, o pastoreio, a exploração florestal e outras atividades com baixa incidência de impactes ambientais.
OB3. Contribuir para a sustentabilidade do desenvolvimento socioeconómico.
5.14.2 - Quadro-resumo das medidas de gestão
Medidas de gestão
Unidade Operativa de Gestão | M1 - Medidas gerais | M2 - Medidas relacionadas com a agricultura e habitats abertos | M3 - Medidas relacionadas com florestas e habitats lenhosos | M4 - Medidas relacionadas com zonas húmidas, águas correntes e habitats costeiros | M6 - Medidas relacionadas com planeamento espacial
TER014.01 | M1.1. | | M2.1. | M2.2. | M2.5. | | M3.17. | | M4.9. | | M6.9. |
Medidas de gestão
Unidade Operativa de Gestão | M7 - Medidas relacionadas com gestão de habitats e espécies, caça, recoleção e pesca | M8 - Medidas relacionadas com áreas urbanas, indústria, energia, turismo e transportes
TER14.01 | M7.3. | M7.11 | M7.18. | M7.31. | | M8.25 |
5.14.3 - Medidas de gestão
Unidade Operativa de Gestão | Regime de proteção | Medidas de gestão | Descrição
TER14.01 | Área de uso sustentável de recursos | M1.1. | Fiscalização da área protegida pelos Vigilantes da Natureza.
M2.1. | Manutenção de pastagens e outros habitats abertos.
M2.2. | Modificação de práticas culturais.
M2.5. | Realização de ações de sensibilização para o maneio de fertilização em zonas de pastagem. Diminuição da sua utilização e controlo das quantidades usadas.
M3.17. | Promover a gestão florestal adaptada à conservação da natureza.
M4.9. | Conservação das zonas húmidas existentes: dos habitats prioritários, turfeiras altas ativas (7110). Conservação dos habitats protegidos lagos e charcos distróficos naturais (3160), turfeiras altas degradadas ainda suscetíveis de regeneração natural (7120) e charnecas macaronésicas endémicas (4050).
M6.9. | Monitorização do geossítio e elementos de interesse geológico.
M7.3. | Monitorização da espécie prioritária Columba palumbus azorica e outras aves.
M7.11. | Monitorização das espécies de flora protegidas, especialmente as pertencentes aos anexos ii e iv da Diretiva Habitats.
M7.18. | Monitorização e gestão de flora invasora.
M7.31. | Campanhas de sensibilização ambiental do público, de entidades e parceiros.
M8.25. | Manutenção do trilho PRC07 TER Passagem das Bestas.
5.15 - Gestão e monitorização de cavidades vulcânicas protegidas
Condicionantes legais
Regional n.º 10/2019/A, de 22 de maio
5.15.1 - Objetivos de gestão
No quadro do Regime de proteção e classificação das cavidades vulcânicas dos Açores, aprovado pelo Decreto Legislativo Regional n.º 10/2019/A, de 22 de maio, identificam-se os seguintes objetivos:
OB1. Conhecer e proteger o estado natural das estruturas geológicas e vulcano-espeleológicas, bem como dos respetivos habitats e espécies.
OB2. Salvaguardar as especificidades naturais e culturais das cavidades vulcânicas, incluindo a integridade física e condições de estabilidade dessas estruturas.
OB3. Promover a investigação científica e a manutenção de serviços dos ecossistemas associados às cavidades vulcânicas.
OB4. Promover a compatibilidade entre a conservação da geodiversidade e dos ecossistemas e as atividades industriais, agrícolas, florestais, de turismo, de recreio e de lazer.
OB5. Promover ações de sensibilização e educação ambiental orientadas para o uso sustentável dos recursos naturais presentes nas cavidades vulcânicas.
5.15.2 - Medidas de gestão
M1.2 - Gestão e monitorização das cavidades vulcânicas
Proceder à classificação das cavidades vulcânicas inventariadas para a ilha Terceira, em função do respetivo grau de conhecimento e importância em termos geológicos, biológicos, estéticos e de integridade, numa das seguintes categorias:
Classe A - cavidade com elevado interesse de conservação, caracterizada pela presença de elementos patrimoniais geológicos e biológicos únicos, nomeadamente a ocorrência de espécies endémicas ou troglóbias ou de formações geológicas muito raras, bem como pela grande dimensão ou elevada integridade, não apresentando sinais de destruição ou de interferência antrópica;
Classe B - cavidade com interesse de conservação, caracterizada pela presença de elementos patrimoniais geológicos e biológicos importantes, nomeadamente a ocorrência de ecossistemas cavernícolas íntegros ou de formações geológicas raras, bem como pela dimensão média ou relativa integridade, apresentando poucos sinais de interferência humana;
Classe C - cavidade com valor natural reduzido, caracterizada essencialmente pela pequena dimensão e pela ausência de elementos patrimoniais geológicos e biológicos importantes ou existência de sinais de deterioração do ecossistema;
Classe D - cavidade com valor natural não conhecido, em resultado da ausência de informação sobre os elementos patrimoniais aí presentes.
A Resolução do Conselho do Governo Regional n.º 163/2024, de 4 de novembro, classifica as cavidades vulcânicas em função do respetivo grau de conhecimento e importância em termos geológicos, biológicos, estéticos e de integridade, nas categorias de classe A, classe B, classe C e classe D.
Integrar no Parque Natural da Terceira, com a categoria de cavidade vulcânica protegida, as cavidades vulcânicas classificadas em classe A.
Elaborar um plano de ação que estabeleça as medidas e ações adequadas à concretização dos regimes de salvaguarda dos recursos e valores naturais presentes e à implementação dos usos compatíveis com a fruição sustentável, para as cavidades vulcânicas protegidas e aquelas que estejam abertas à visitação regular.
Implementar as orientações de gestão do Decreto Legislativo Regional n.º 10/2019/A, de 22 de maio.
6 - Programa de Monitorização
6.1 - Níveis de monitorização
A monitorização dos Planos de Gestão dos Parques Naturais de Ilha compreende três níveis:
- Monitorização dos habitats e espécies, que se encontram definidas como medidas de gestão e que devem ser sujeitas a protocolos de monitorização coordenados por todas as entidades com intervenção na conservação e gestão dos elementos de valor natural e cultural, sejam elas públicas ou privadas.
- Monitorização das medidas de gestão preconizadas pelo Plano de Gestão. Esta monitorização é efetuada por meio das indicações para avaliação associadas a cada medida de conservação.
- Monitorização do grau de concretização do Plano de Gestão de Parque Natural de Ilha propriamente dito, que compreende a monitorização dos indicadores de avaliação do grau de concretização dos objetivos definidos no Plano de Gestão, e a monitorização do modelo de intervenção definido no Plano de Gestão do Parque Natural de Ilha.
A monitorização dos habitats e espécies compreende um trabalho de articulação entre as diversas entidades para a definição de protocolos que não cabe no âmbito deste Plano. A monitorização de cada medida de conservação pode ser efetuada por meio das indicações para a avaliação de cada medida.
O resultado das ações de monitorização do grau de concretização do Plano de Gestão deve ser objeto de um relatório trienal coincidente com as ações de avaliação das medidas de gestão, e que evidencie o nível e as vicissitudes de execução das medidas de gestão. O relatório referido constitui um elemento privilegiado de informação de suporte à revisão do Plano de Gestão de Parque Natural.
Tendo em conta os macro objetivos, domínios e subdomínios definidos para a Região Autónoma dos Açores, o modelo de gestão territorial definido para os Planos de Gestão dos Parques Naturais de Ilha é o seguinte.
6.2 - Indicadores
Indicadores | Unidade de medida
Área da Rede de Áreas Protegidas ocupada porhabitatsnaturais protegidos- Extensão de território da Rede de Áreas Protegidas ocupada por habitats naturais protegidos pela Diretiva Habitats. | ha
Área da Rede de Áreas Protegidas abrangida por intervenções de gestão ativa- Extensão de território da Rede de Áreas Protegidas abrangido por ações de conservação da natureza que visam a manutenção ou recuperação de espécies e habitats protegidos e o controlo de espécies exóticas invasoras de flora e fauna. | ha
Habitatseespécies com estatuto de conservação desfavorável abrangidos por medidas de gestão- Número de habitats e espécies de flora e fauna com estatuto de conservação desfavorável abrangidos por medidas de gestão efetuadas para melhorar o seu estatuto. | n.º
Estruturasesistemas de apoioàfruição, identificaçãoeinterpretação das Áreas Protegidaseda paisagem- Número de estruturas físicas e sistemas tecnológicos de apoio à fruição, identificação e interpretação das Áreas Protegidas e da paisagem. | n.º
Açõeseparticipantes em atividades de sensibilização ambiental- Número de ações e de participantes em atividades de sensibilização ambiental promovidas para aumentar o conhecimento sobre as Áreas Protegidas e a valorização do património natural. | n.º
Trilhos em Áreas Protegidas alvo de ações de manutençãoebeneficiação- Extensão de trilhos em Áreas Protegidas alvo de ações de manutenção e beneficiação. | km
Área de cultura tradicional em produção- Extensão de território em Área Protegida com cultura de vinha em produção. | ha
7 - Bibliografia
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SRE, DRT - «Plano de ordenamento turístico da Região Autónoma dos Açores (POTRAA): relatório - volume i: estratégia e programa de intervenção». Ponta Delgada: Secretaria Regional da Economia (SRE)/Direção Regional do Turismo (DRT)/Consórcio GEOIDEIA/IESE/PLURAL. Março,2007.
TOSTÕES, Ana; SILVA, Filipe Jorge; CALDAS, João Vieira; FERNANDES, José Manuel; JANEIRO, Maria de Lurdes; BARCELOS, Nuno; MESTRE, Vítor - «Arquitectura popular dos Açores». Lisboa: Ordem dos Arquitetos, 2000.
VIEIRA, Rui Manuel da Silva - «Ameaças à laurissilva no século xxi». «Islenha: temas culturais das sociedades insulares atlânticas». Funchal: Direção Regional dos Assuntos Culturais. N.º 42 (janeiro-junho 2008) pp. 24-46.
VIEIRA, Virgílio - «Borboletas dos Açores: Papilionoidea e Sphingoidea». Ponta Delgada: Virgílio Vieira (edição do autor), 2009.
Recursos disponíveis na Internet
FLORA.ON - [online] Disponível em http://flora-on.pt/.
GEOPARQUE AÇORES - «Geossítios» [online] disponível em https://www.azoresgeopark.com/geoparque_acores/geossitios.php.
ICN - «Plano Sectorial da Rede Natura 2000: caracterização dos valores naturais». [online] Instituto da Conservação da Natureza (ICN). Disponível em https://www.icnf.pt/conservacao/redenatura2000/aredenatura2000.
PORTAL DO ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO. Disponível em http://ot.azores.gov.pt.
PORTAL DA BIODIVERSIDADE DOS AÇORES [online] https://azoresbioportal.uac.pt/.
SILVA, Paulo Henrique (coord.); SRAM - «SIARAM - Sentir e interpretar o ambiente dos Açores através de recursos auxiliares multimédia». [online] Secretaria Regional do Ambiente e do Mar. Disponível em https://siaram.azores.gov.pt/.
SILVA, Luís et al - «Base de dados da biodiversidade dos Açores: plantas vasculares». [online] Universidade dos Açores. Disponível em https://azoresbioportal.uac.pt/.
SPEA - «Life - Laurissilva sustentável». [online] Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves (SPEA); Secretaria Regional do Ambiente e do Mar (SRAM); Câmara Municipal da Povoação (São Miguel). Disponível em https://spea.pt/projetos/life-laurissilva-sustentavel/.
SRIA - Sistema Regional de Informação sobre a Água. [online] Disponível em http://sig-sraa.azores.gov.pt/SRAM/site/SRIA/.
TRILHOS OFICIAIS DOS AÇORES [online] http://www.trails-azores.com.
Informação digital
DRA/DOT - «Carta de Ocupação do Solo da Região Autónoma dos Açores (COS.A/2018) (ficha técnica)». Direção Regional do Ambiente e Ação Climática|Divisão do Ordenamento do Território, 2018. (informação geográfica digital utilizada na análise em ArcGIS).
DRRF - «Perímetros florestais». 2014. (informação geográfica digital utilizada na análise em ArcGIS e fornecida pela DRA).
IGEO - «Cartografia militar em formato de imagem e vetorial», 2001 (informação geográfica digital utilizada na análise em ArcGIS e fornecida pela DRA).
IROA - «Reserva Agrícola Regional», 2013. (informação geográfica digital utilizada na análise em ArcGIS e fornecida pela DRA).
SRAM - «Caracterização e identificação das Paisagens dos Açores». Horta: Secretaria Regional do Ambiente e do Mar (SRAM), 2001. (informação geográfica digital relativa a unidades de paisagem, elementos singulares e pontos de vista utilizada na análise em ArcGIS).
SRAM - «Parques Naturais de Ilha». Horta: Secretaria Regional do Ambiente e do Mar (SRAM), 2008-2011. (informação geográfica digital utilizada na análise em ArcGIS).
SRAM/DROTRH - «Carta de Capacidade do solo.» Ponta Delgada: Secretaria Regional do Ambiente e do Mar (SRAM), Direção Regional do Ordenamento do Território e dos Recursos Hídricos (DROTRH), 1998. (informação geográfica digital utilizada na análise em ArcGIS, proveniente do PROTA e fornecida pela DRA).
SRAM/DROTRH - «Plano Regional do Ordenamento do Território dos Açores (PROTA)». Ponta Delgada: Secretaria Regional do Ambiente e do Mar (SRAM), Direção Regional do Ordenamento do Território e dos Recursos Hídricos (DROTRH), 2010.
SRAM - «Geossítios do Geoparque Açores». Horta: Secretaria Regional do Ambiente e do Mar (SRAM), 2010. (informação geográfica digital utilizada na análise em ArcGIS).
SRAM - «Áreas Ramsar». Horta: Secretaria Regional do Ambiente e do Mar (SRAM), 2010. (informação geográfica digital utilizada na análise em ArcGIS).
SRAM - «Plano de Ordenamento de Orla Corteira da Terceira». Horta: Secretaria Regional do Ambiente e do Mar (SRAM), 2012. (informação geográfica digital utilizada na análise em ArcGIS).
SRAM - «Key Biodiversity Areas». Horta: Secretaria Regional do Ambiente e do Mar (SRAM), 2017. (informação geográfica digital utilizada na análise em ArcGIS).
Legislação
Lei n.º 54/2005, de 15 de novembro, na sua atual redação - Estabelece a titularidade dos recursos hídricos.
Lei n.º 58/2005, de 29 de dezembro, na sua atual redação - Aprova a Lei da Água.
Lei n.º 19/2014, de 14 de abril - Define as bases da política de ambiente.
Lei n.º 31/2016, de 23 de agosto - Altera e republica a Lei n.º 54/2005, de 15 de novembro - Estabelece a titularidade dos recursos hídricos.
Declaração n.º 1/2026, de 8 de janeiro - Primeira correção material à Planta de Síntese da Primeira alteração ao Plano de Ordenamento da Orla Costeira da Ilha Terceira.
Decreto-Lei n.º 226-A/2007, de 31 de maio, na sua atual redação - Regime de utilização de recursos hídricos.
Decreto Legislativo Regional n.º 18/2003/A, de 9 de abril - Aprova o novo Estatuto das Vias de Comunicação Terrestre na Região Autónoma dos Açores.
Decreto Legislativo Regional n.º 6/2005/A, de 17 de maio - Transpõe a Diretiva n.º 91/676/CEE, do Conselho, de 12 de dezembro, Diretiva Nitratos, relativa à proteção das águas contra a poluição causada por nitratos de origem agrícola.
Decreto Legislativo Regional n.º 20/2006/A, de 6 de junho - Plano Sectorial da Rede Natura 2000 da Região Autónoma dos Açores.
Decreto Legislativo Regional n.º 38/2008/A, de 11 de agosto - Aprova o Plano de Ordenamento Turístico da Região Autónomo das Açores.
Decreto Legislativo Regional n.º 39/2008/A, de 12 de agosto - Alteração ao Decreto Legislativo Regional n.º 18/2003/A, de 9 de abril.
Decreto Legislativo Regional n.º 18/2009/A, de 19 de outubro - Regime jurídico da recolha, tratamento e descarga de águas residuais urbanas.
Decreto Legislativo Regional n.º 26/2010/A, de 12 de agosto - Plano Regional de Ordenamento do Território dos Açores.
Decreto Legislativo Regional n.º 11/2011/A, de 20 de abril - Cria o Parque Natural da Terceira.
Decreto Legislativo Regional n.º 24/2011/A, de 22 de agosto - Sistema portuário dos Açores.
Decreto Legislativo Regional n.º 15/2012/A, de 2 de abril - Regime jurídico da conservação da natureza e da proteção da biodiversidade.
Decreto Legislativo Regional n.º 30/2012/A, de 3 de julho - Regime jurídico dos percursos pedestres da Região Autónoma dos Açores.
Decreto Legislativo Regional n.º 35/2012/A, de 16 de agosto - Regime jurídico dos instrumentos de gestão territorial.
Decreto Legislativo Regional n.º 19/2015/A, de 14 de agosto - Plano Sectorial de Ordenamento do Território para as Atividades Extrativas dos Açores.
Decreto Legislativo Regional n.º 10/2016/A, de 16 de junho - Estabelece as normas e os critérios para a delimitação de perímetros de proteção de captações de águas superficiais e subterrâneas destinadas ao abastecimento público para consumo humano na Região Autónoma dos Açores.
Decreto Legislativo Regional n.º 10/2019/A, de 22 de maio - Regime de proteção e classificação das cavidades vulcânicas dos Açores.
Decreto Legislativo Regional n.º 8/2023/A, de 27 de fevereiro - Aprova o Plano de Gestão da Região Hidrográfica dos Açores 2022-2027 (PGRH-Açores 2022-2027).
Decreto Legislativo Regional n.º 9/2023/A, de 8 de março - Aprova o Programa Regional da Água da Região Autónoma dos Açores.
Decreto n.º 4/2005, de 14 de fevereiro - Aprova a «Convenção Europeia da Paisagem».
Decreto Regional n.º 12/77/A, de 14 de junho - Estabelece medidas de proteção às lagoas, ribeiras e nascentes de água existentes no Arquipélago dos Açores.
Decreto Regulamentar Regional n.º 38/2004/A, de 11 de novembro, na sua redação atual.
Decreto Regulamentar Regional n.º 11/2006/A, de 22 de fevereiro - Aprova o Plano Diretor Municipal da Praia da Vitória.
Decreto Regulamentar Regional n.º 24/2014/A, de 15 de dezembro - Aprova o sistema de incentivos à manutenção de paisagens tradicionais da cultura da vinha, em currais e em socalcos, e de pomares de espécies tradicionais, situadas em áreas de paisagem protegida e em fajãs costeiras, integradas nos parques naturais de ilha e em reservas da biosfera.
Decreto Regulamentar Regional n.º 30/2023/A, de 26 de outubro - Aprova a alteração ao Plano de Ordenamento da Orla Costeira da Ilha Terceira.
Portaria n.º 1100/2004, de 3 de setembro - Aprova a lista e as cartas das oito zonas vulneráveis da Região Autónoma dos Açores.
Resolução do Conselho do Governo Regional n.º 135/2018, de 10 de dezembro - Aprova os objetivos de qualidade de paisagem e as orientações para a gestão da paisagem dos Açores.
Resolução do Conselho do Governo Regional n.º 163/2024, de 4 de novembro - Classifica as cavidades vulcânicas em função do respetivo grau de conhecimento e importância em termos geológicos, biológicos, estéticos e de integridade.
ANEXOS
1 - Habitats com estatuto de proteção nas áreas protegidas do Parque Natural da Terceira
Tabela 6 - Listagem de habitats naturais com estatuto de proteção por área protegida do Parque Natural da Terceira
| RNSSBMN | RNBFPA | RNTBCL | MNAC | MNFE | APGHEPC | APGHEIC | APGHEM | APGHEBF | APGHECQR | APGHEPCCN | APGHEPB | APPVB | APGRCGM
1210 - Vegetação anual das zonas de acumulação de detritos pela maré | | | | | | X | | | | X | | | |
1220 - Vegetação perene das praias de calhaus rolados | | | | | | | | | | X | X | | |
1250 - Falésias com flora endémica das costas macaronésicas | | | | | | X | | | | X | X | | X |
3130 - Águas estagnadas, oligotróficasamesotróficas, com vegetação daLittorelletea unifloraeeou daIsoeto-Nanojuncetea | X | | X | | | | | | | | X | X | |
3160 - Lagosecharcos distróficos naturais | X | X | X | X | X | | | | | | | X | | X
3170 - Charcos temporários mediterrânicos * | X | | | | | | | | | | | | |
4050 - Charnecas macaronésicas endémicas * | X | X | X | X | X | X | X | X | X | X | X | X | | X
4060 - Charnecas alpinasesubalpinas | X | | | | | | | | | | | | |
5330 - Matos termomediterrânicos pré-desérticos | X | X | | | | | | | | | X | | |
6180 - Prados mesófílos macaronésicos | X | X | | | | | | | | | X | | |
7110 - Turfeiras altas ativas * | X | X | X | X | X | | | | | | X | X | | X
7120 - Turfeiras altas degradadas ainda suscetíveis de regeneração natural | X | X | X | X | X | | | | | | X | X | | X
7130 - Turfeiras de cobertura (* turfeiras ativas) | X | X | X | | X | | | | | | X | | |
7140 - Turfeiras de transiçãoeturfeiras ondulantes | X | X | | | | | | | | | X | | |
8220 - Vegetação casmofítica das falésias rochosas siliciosas | X | X | | | | | | | | | X | | | X
8230 - Vegetação pioneira de superfícies rochosas | X | X | | | | | | | | | X | | |
8310 - Grutas não exploradas pelo turismo | X | X | | X | | | X | | | X | | | X |
8320 - Campos de lavaseescavações naturais | X | | | X | X | | | | | | X | | | X
91D0 - Turfeiras arborizadas * | X | X | X | X | | | | | | | X | X | |
9360 - Laurissilvas macaronésicas * | X | X | X | X | | | | X | | | X | X | | X
9560 - Florestas macaronésicas deJuniperusspp.* | X | X | | | | | | | | | X | X | |
* Habitat prioritário (Diretiva Habitats).
RNSSBMN - Reserva Natural da Serra de Santa Bárbara e dos Mistérios Negros.
RNBFPA - Reserva Natural do Biscoito da Ferraria e Pico Alto.
RNTBCL - Reserva Natural da Terra Brava e Criação das Lagoas.
MNAC - Monumento Natural do Algar do Carvão.
MNFE - Monumento Natural das Furnas do Enxofre.
APGHEPC - Área Protegida para a Gestão de Habitats ou Espécies da Ponta das Contendas.
APGHEIC - Área Protegida para a Gestão de Habitats ou Espécies dos Ilhéus das Cabras.
APGHEM - Área Protegida para a Gestão de Habitats ou Espécies da Matela.
APGHEBF - Área Protegida para a Gestão de Habitats ou Espécies do Biscoito das Fontinhas.
APGHECQR - Área Protegida para a Gestão de Habitats ou Espécies da Costa das Quatro Ribeiras.
APGHEPCCN - Área Protegida para a Gestão de Habitats ou Espécies do Planalto Central e Costa Noroeste.
APGHEPB - Área Protegida para a Gestão de Habitats ou Espécies do Pico do Boi.
APPVB - Área de Paisagem Protegida das Vinhas dos Biscoitos.
APGRCGM - Área Protegida de Gestão de Recursos da Caldeira de Guilherme Moniz.
2 - Espécies com interesse para a conservação da natureza nas áreas protegidas do Parque Natural da Terceira
2.1 - Flora
Tabela 7 - Listagem de espécies de flora por área protegida do Parque Natural da Terceira
| RNSSBMN | RNBFPA | RNTBCL | MNAC | MNFE | APGHEPC | APGHEIC | APGHEM | APGHEBF | APGHECQR | APGHEPCCN | APGHEPB | APPVB | APGRCGM
Agrostis congestiflora | x | x | x | | | | | | | | x | | x |
Agrostis gracililaxa1 | | x | x | | | | | | | | x | | |
Ammi trifoliatum1P | | x | | | | | | | | | x | | |
Angelica lignescens1P | x | x | | | | | | | | | x | | |
Aphanolejeunea azorica | X | x | x | | x | | | | | | x | x | |
Aphanolejeunea madeirensis | | x | | | | | | | | | x | | |
Aphanolejeunea sintenisii | X | x | x | x | x | | | x | | | x | x | | x
Arceuthobium azoricum1P | X | x | x | | | | | | | | x | | |
Asplenium azoricum1 | | x | | | | | | | | | | | |
Asplenium hemionitis1 | | | | | | | | x | | | x | | |
Asplenium marinum | | | | | | x | | | | x | x | | x |
Asplenium scolopendrium | x | x | x | | | | | | | | x | | |
Azorina vidalii*1 | | | | | | | | | | x | | | |
Bazzania azorica | X | x | x | x | x | | | | | | x | x | | x
Bellis azorica1P | | x | | | | | | | | | | | |
Calluna vulgaris | X | x | x | x | x | | x | x | x | | x | x | | x
Cardamine caldeirarum | X | x | x | | x | | | | | | x | | |
Carex hochstetteriana | | | | | | | | | | | | | | x
Ceradenia jungermanioides | | x | | | | | | | | | | | |
Colura calyptrifolia | x | x | x | x | x | | | | | | x | x | |
Culcita macrocarpa1 | x | x | x | x | x | | | x | x | | x | x | | x
Cyclodictyon laetevirens | x | x | x | x | | | | | | | x | x | | x
Daucus azoricus | | | | | | | | | | | x | | x |
Deschampsia foliosa | x | x | | | | | | | | | x | | | x
Diphasiastrum madeirense1 | x | x | | | | | | | | | x | | |
Diplazium caudatum | x | | | | | | | | | | x | | |
Dryopteris azorica | x | x | | x | | | | x | | | x | | |
Dryopteris crispifolia | | | | | | | | | | | | | | x
Echinodium renauldii | | | | | | | | | | | x | | |
Erica azorica1 | x | x | x | x | x | x | x | x | x | x | x | x | x | x
Euphorbia azorica | | | | | | | x | | | | | | x |
Euphorbia stygiana1P | x | x | | x | | | | | | | x | | |
Euphrasia grandiflora1P | x | x | x | | | | | | | | | | |
Festuca francoi | x | x | x | | | | | | | | x | | |
Festuca petraea | | | | | | x | x | | | x | x | | |
Frangula azorica1P | x | x | x | x | x | x | | x | | | x | x | | x
Grammitis azorica | | x | | | | | | | | | | | |
Hedera azorica | x | x | | | x | | | | | | x | | x | x
Holcus rigidus | x | x | x | x | | | | | | | x | | | x
Huperzia dentata1 | x | | x | x | x | | | | | | x | x | | x
Huperzia suberecta1 | x | x | x | x | x | | | | | | x | x | | x
Hypericum foliosum | x | x | x | x | | | | | | | x | x | | x
Ilex azorica | x | x | x | | x | | | x | | | x | | | x
Isoetes azorica1P | x | | | | | | | | | | x | | | x
Juncus spp. | x | x | x | x | x | | | x | x | | x | x | | x
Juniperus brevifolia1P | x | x | x | x | | | | | | | x | | | x
Lactuca watsoniana*1 | x | x | x | x | x | | | | | | x | x | | x
Laurus azoricaP | x | x | x | x | x | | | x | | | x | | | x
Leontodon filii1 | x | x | | | | | | | | | x | | |
Leontodon rigens | | x | | | | | | | | | x | | |
Leucobryum glaucum1 | x | | | x | x | | | | | | x | | |
Luzula purpureosplendens | x | x | x | | x | | | | | | x | x | | x
Lysimachia azorica | x | x | x | x | x | | | x | | | x | x | | x
Mentha aquatica | x | x | x | | | | | x | | | x | x | | x
Mentha pulegium | x | | x | x | | | | x | x | | x | x | | x
Morella faya | x | x | x | | | x | x | | x | | x | x | |
Myosotis maritima1P | | | | | | | | | | x | | | x |
Myrsine retusa | x | x | x | x | x | | | | | | x | | | x
Ophioglossum azoricum | x | | | | | | | | | | | | |
Osmunda regalis | x | x | x | | | | | | | | x | x | | x
Palhinhaea cernua1 | x | | | | | | | | | | x | | |
Pericallis malvifolia1P | x | x | x | | | | | | | | x | | |
Picconia azorica1P | x | x | x | x | | | | | | x | x | x | | x
Platanthera micranthaP | | | | | | | | | | | x | | |
Platanthera pollostantha | x | x | x | x | x | | | | | | x | x | | x
Polypodium azoricum | x | x | x | x | | | | | | | x | | | x
Polypogon maritimus | | | | | | | x | | | | | | |
Polystichum setiferum | | | | | | | | | | | x | | | x
Potentilla anglica | x | x | x | x | | | | | | | x | | |
Potentilla erecta | x | x | x | x | | | | | | | x | | | x
Prunus azorica1P | x | x | | | | | | | | | x | | |
Pteris incompleta | | | | | | | | | | | x | | |
Rubus hochstetterorumP | x | x | x | x | | | | | | | x | x | | x
Rumex azoricus1P | x | x | | | | | | | | x | x | | |
Sanicula azorica1P | x | x | x | | x | | | | | | x | x | |
Solidago azorica | | | | | | | | | | x | x | | |
Scabiosa nitens1 | x | | | x | | | | | | | x | | |
Serapias cordigerasubsp.azorica | | | | | | | | | | | | | | x
Silene uniflora uniflora | | | | | | | | | | | | | x |
Smilax azorica | | X | | | | | | | | | x | | |
Spergularia azorica1 | | | | | | x | x | | | x | x | | x |
Sphagnumspp. 1 | x | X | x | x | x | | | x | | | x | x | | x
Tetrastichium fontanum | x | X | x | x | | | | x | | | x | x | | x
Tetrastichium virens | x | X | x | | x | | | x | | | x | x | | x
Tolpis azoricaR4 | x | X | x | x | x | | | x | | | x | x | | x
Tylimanthus laxus | x | x | x | | x | | | | | | x | x | | x
Vaccinium cylindraceumP | x | x | x | x | x | | | x | | | x | | | x
Viburnum treleaseiP | x | x | x | x | | | | | | | x | | |
Woodwardia radicans1 | x | x | x | x | x | | | x | x | | x | x | | x
* Espécie prioritária (Diretiva Habitats).
1 Espécie protegida pela Diretiva Habitats e/ou Convenção de Berna.
P Taxon prioritário para a conservação (anexo ii do Decreto Legislativo Regional n.º 15/2012/A, de 2 de abril).
R4 Espécie de flora vascular protegida por interesse regional (anexo ii do Decreto Legislativo Regional n.º 15/2012/A, de 2 de abril).
RNSSBMN - Reserva Natural da Serra de Santa Bárbara e dos Mistérios Negros.
RNBFPA - Reserva Natural do Biscoito da Ferraria e Pico Alto.
RNTBCL - Reserva Natural da Terra Brava e Criação das Lagoas.
MNAC - Monumento Natural do Algar do Carvão.
MNFE - Monumento Natural das Furnas do Enxofre.
APGHEPC - Área Protegida para a Gestão de Habitats ou Espécies da Ponta das Contendas.
APGHEIC - Área Protegida para a Gestão de Habitats ou Espécies dos Ilhéus das Cabras.
APGHEM - Área Protegida para a Gestão de Habitats ou Espécies da Matela.
APGHEBF - Área Protegida para a Gestão de Habitats ou Espécies do Biscoito das Fontinhas.
APGHECQR - Área Protegida para a Gestão de Habitats ou Espécies da Costa das Quatro Ribeiras.
APGHEPCCN - Área Protegida para a Gestão de Habitats ou Espécies do Planalto Central e Costa Noroeste.
APGHEPB - Área Protegida para a Gestão de Habitats ou Espécies do Pico do Boi.
APPVB - Área de Paisagem Protegida das Vinhas dos Biscoitos.
APGRCGM - Área Protegida de Gestão de Recursos da Caldeira de Guilherme Moniz.
2.2 - Fauna
Tabela 8 - Listagem de espécies de aves por área protegida do Parque Natural da Terceira
| RNSSBMN | RNBFPA | RNTBCL | MNAC | MNFE | APGHEPC | APGHEIC | APGHEM | APGHEBF | APGHECQR | APGHEPCCN | APGHEPB | APPVB | APGRCGM
Alectoris rufa1 | x | x | | x | | x | | | | x | x | x | x | x
Spatula clypeata 1 | | | x | x | | | | | | | x | | | x
Anas crecca1 | | | | | | | | | | | | | | x
Anas platyrhynchos1 | x | x | | | x | | | x | | | x | | | x
Spatrula querquedula1 | | | x | x | | | | | | | x | | | x
Mareca strepera1 | | | x | x | | | | | | | x | | | x
Asio otus1 | x | x | x | x | x | x | | x | x | x | x | x | x | x
Aythya collaris | | | x | x | | | | | | | x | | | x
Aythya fuligula1 | | | x | x | | | | | | | x | | | x
Buteo buteo rothschildi1P | x | | x | | x | x | | x | x | x | x | x | | x
Calidris fuscicollis | | | x | x | | | | | | | x | | | x
Calonectris borealis*1P | X | x | | | | x | | X | | x | x | | x | x
Columba livia atlantis1 | | | | | | x | | | | x | x | | |
Columba palumbus azorica*1P | x | x | x | x | x | x | | x | x | x | x | x | | x
Coturnix coturnix conturbans1 | x | | | | | x | | | | x | x | x | x | x
Erithacus rubecula1 | x | x | x | x | x | | | x | x | x | x | x | x | x
Fringilla morelettiP | x | x | x | x | x | | | x | x | x | x | x | x | x
Gallinago gallinago1 | x | x | x | | x | | | x | | x | x | x | x | x
Gallinula chloropus1 | | | | | | | | | | | x | | |
Larus cachinnans 1 | | | | | | | | | | | | | x |
Larus michahelis1 | | x | | | | | | | | x | x | | |
Motacilla cinerea patriciae1 | x | x | x | x | x | | | x | x | x | x | x | x | x
Passer domesticus | x | x | x | x | x | x | | x | x | x | x | x | x | x
Regulus regulus inermis1P | x | x | x | x | x | | | x | x | x | x | x | x | x
Scolopax rusticola1 | x | x | x | x | x | | | x | x | x | x | x | x | x
Serinus canaria | x | x | x | x | x | | | x | x | x | x | x | x | x
Sterna dougallii*1P | | | | | | x | x | | | x | | | |
Sterna hirundo*1P | | | | | | x | x | | | x | x | | x |
Sturnus vulgaris1 | x | x | x | x | x | x | | x | x | x | x | x | |
Sylvia atricapilla gularis1 | x | x | x | x | x | | | x | x | x | x | x | x | x
Turdus merula azorensis1 | x | x | x | x | x | | | x | x | | x | x | | x
* Espécie prioritária (Diretiva Habitats).
1 Espécie protegida pela Diretiva Habitats e/ou Convenção de Berna.
P Taxon prioritário para a conservação (anexo ii do Decreto Legislativo Regional n.º 15/2012/A, de 2 de abril).
RNSSBMN - Reserva Natural da Serra de Santa Bárbara e dos Mistérios Negros.
RNBFPA - Reserva Natural do Biscoito da Ferraria e Pico Alto.
RNTBCL - Reserva Natural da Terra Brava e Criação das Lagoas.
MNAC - Monumento Natural do Algar do Carvão.
MNFE - Monumento Natural das Furnas do Enxofre.
APGHEPC - Área Protegida para a Gestão de Habitats ou Espécies da Ponta das Contendas.
APGHEIC - Área Protegida para a Gestão de Habitats ou Espécies dos Ilhéus das Cabras.
APGHEM - Área Protegida para a Gestão de Habitats ou Espécies da Matela.
APGHEBF - Área Protegida para a Gestão de Habitats ou Espécies do Biscoito das Fontinhas.
APGHECQR - Área Protegida para a Gestão de Habitats ou Espécies da Costa das Quatro Ribeiras.
APGHEPCCN - Área Protegida para a Gestão de Habitats ou Espécies do Planalto Central e Costa Noroeste.
APGHEPB - Área Protegida para a Gestão de Habitats ou Espécies do Pico do Boi.
APPVB - Área de Paisagem Protegida das Vinhas dos Biscoitos.
APGRCGM - Área Protegida de Gestão de Recursos da Caldeira de Guilherme Moniz.
Tabela 9 - Listagem de espécies de mamíferos por área protegida do PNI da Terceira
| RNSSBMN | RNBFPA | RNTBCL | MNAC | MNFE | APGHEPC | APGHEIC | APGHEM | APGHEBF | APGHECQR | APGHEPCCN | APGHEPB | APPVB | APGRCGM
Nyctalus azoreum1P | x | x | x | x | x | x | | x | | | x | x | |
1 Espécie protegida pela Diretiva Habitats e/ou Convenção de Berna.
P Taxon prioritário para a conservação (anexo ii do Decreto Legislativo Regional n.º 15/2012/A, de 2 de abril).
RNSSBMN - Reserva Natural da Serra de Santa Bárbara e dos Mistérios Negros.
RNBFPA - Reserva Natural do Biscoito da Ferraria e Pico Alto.
RNTBCL - Reserva Natural da Terra Brava e Criação das Lagoas.
MNAC - Monumento Natural do Algar do Carvão.
MNFE - Monumento Natural das Furnas do Enxofre.
APGHEPC - Área Protegida para a Gestão de Habitats ou Espécies da Ponta das Contendas.
APGHEIC - Área Protegida para a Gestão de Habitats ou Espécies dos Ilhéus das Cabras.
APGHEM - Área Protegida para a Gestão de Habitats ou Espécies da Matela.
APGHEBF - Área Protegida para a Gestão de Habitats ou Espécies do Biscoito das Fontinhas.
APGHECQR - Área Protegida para a Gestão de Habitats ou Espécies da Costa das Quatro Ribeiras.
APGHEPCCN - Área Protegida para a Gestão de Habitats ou Espécies do Planalto Central e Costa Noroeste.
APGHEPB - Área Protegida para a Gestão de Habitats ou Espécies do Pico do Boi.
APPVB - Área de Paisagem Protegida das Vinhas dos Biscoitos.
APGRCGM - Área Protegida de Gestão de Recursos da Caldeira de Guilherme Moniz.
Tabela 10 - Listagem de espécies de artrópodes por área protegida do PNI da Terceira
| RNSSBMN | RNBFPA | RNTBCL | MNAC | MNFE | APGHEPC | APGHEICº | APGHEM | APGHEBF | APGHECQR | APGHEPCCN | APGHEPB | APPVB | APGRCGM
Acorigone acoreensis | x | x | x | | x | | | x | | | x | x | | x
Alestrus dolosus | x | x | x | | x | | | | | | x | x | |
Aphrodes hamiltoni | x | x | x | x | x | | | | | | x | x | | x
Argyresthia atlanticella | x | x | x | x | x | | | x | | x | x | x | | x
Ascotis fortunata | x | x | x | x | x | | | x | | x | x | x | | x
Atheta dryochares | x | | x | | | | | | | | x | x | |
Athous azoricus | | | | | | | | x | | | x | | |
Atlantocis gillerforsi | | | x | | | | | x | | | x | | |
Calacalles subcarinatus | x | x | x | | x | | | | | | x | x | |
Campachipteria weigmanni | x | | | | | | | | | | | | |
Carabodes azoricus | x | | | | | | | | | | | | |
Cedrorum azoricus | x | x | x | | | | | | | | x | x | |
Cerodontha bistrigata | | | | | | | | | | | x | | |
Chrysotus elongatus | | | | | x | | | | | | x | | |
Chrysotus vulcanicola | | | | | | | | | | | x | | |
Cixius azoricus | x | x | x | x | | | | | | | x | | |
Cixius azoterceirae | x | x | x | x | x | | | x | x | x | x | x | | x
Cyclophora azorensis | x | x | x | x | x | | | x | | | x | x | | x
Damaeus pomboi | x | x | x | | | | | x | | | x | | |
Elipsocus azoricus | x | x | x | | x | | | | x | | x | x | | x
Elipsocus brincki | x | x | x | | x | | | x | | | x | x | | x
Emblyna acoreensis | | | | | | | | | | x | x | | |
Ensina azorica | | | | | | | | | | x | | | |
Eudonia interlinealis | x | x | | | | | | | | | x | | | x
Eudonia luteusalis | x | x | x | | x | | | | | | x | x | |
Eupteryx azorica | x | | | | | | | | | | x | | | x
Galumna azoreana | | | | | | | | x | x | | x | | |
Gibbaranea occidentalis | x | x | x | | x | | | x | | x | x | x | x | x
Graphania granti | | | | | | | | | | | x | | |
Hemerobius azoricus | x | x | x | | x | | | | | | x | x | | x
Heminothrus oromii | x | | | | | | | | | | x | | |
Hermanniella incondita | | | | | | | | x | | | x | | |
Hipparchia azorina | x | x | x | | | | | | | | x | x | |
Humerobates pomboi | x | | x | | | | | x | | | x | | |
Hydroporus guernei | x | | | | | | | | | | x | | |
Javesella azorica | | | | | x | | | | | | x | | |
Kowarzia sexmaculata | | | | | | | | | | x | | | |
Lasaeola oceanica | x | x | x | x | x | | | x | | | x | x | |
Lepthyphantes acoreensis | x | x | x | | x | | | x | | | x | x | | x
Liacarus angustatus | x | | | | | | | | x | | | | |
Limnephilus atlanticus | x | x | | | | | | | | | x | | |
Lithobius obscurus | x | | | x | | | | | | | x | | |
Megaselia leptofemur | x | | | | | | | | | | x | | |
Melanozetes azoricus | x | | | | | | | | | | x | | |
Mesapamea storai | | | x | | x | | | | | | x | | | x
Micrurapteryx bistrigella | | x | | | | | | | | | x | | |
Minicia floresensis | x | x | x | | | | | | | | x | x | |
Neon acoreensis | x | x | x | | x | | | | | | x | | |
Noctua atlantica | | | x | | | | | | | | x | | | x
Noctua carvalhoi | | | | | | | | | | | x | | |
Nothrus palustris | x | | x | | | | | x | x | | x | | |
Ommatocepheus parvilamellatus | x | | | | | | | x | | | x | | |
Orthotylus junipericola | | x | | | | | | | | | x | | |
Parachipetria floresiana | x | | | | | | | | x | | | | |
Parachipetria insularis | x | x | | | | | | | | | | | |
Pardosa acorensis | x | x | x | x | x | | | x | | | x | x | | x
Phloeosinus gillerforsi | x | x | | | | | | | | | x | | |
Phloeostiba azorica | x | | | | | | | | | | | | |
Phlogophora furnasi | | | x | | | | | | | | x | | | x
Phlogophora interrupta | x | | x | | | | | | | | x | | | x
Phthiracarus atlanticus | | | | | | | | x | | | x | | |
Pilocepheus azoricus | x | | | | | | | | | | | | |
Pinalitus oromii | x | x | x | | x | | | x | | | x | x | | x
Pisaura acoreensis | x | x | x | x | x | | | x | | | x | x | | x
Pithanus maerkelii | x | x | | | | | | | | | x | | |
Porrhomma borgesi | x | x | x | x | x | | | | | | x | x | |
Pseudechinosoma nodosum | | | x | | x | | | | | | x | | |
Pseudoblothrus vulcanus | | | | | | | | | | | x | | |
Pseudolycoriella campanulata | | | | | | | | | | | x | | |
Pseudosinella ashmoleorum | | | | x | | | | | | | x | | |
Rachispoda atrolimosa | | | | | | | | | | x | | | |
Rugathodes acoreensis | x | x | x | | x | | | | | | x | x | | x
Sancus acoreensis | x | x | x | x | x | | | | | | x | x | |
Savigniorrhipis acoreensis | x | x | x | x | x | | | x | | | x | x | | x
Scaptomyza impunctata | | | | | | | | | | | x | | |
Scoparia aequipennalis | | x | x | | | | | | | | x | | | x
Scoparia carvalhoi | | | | | | | | | | | x | | |
Scoparia coecimaculalis | | x | | | | | | | | | x | x | |
Scoparia semiamplalis | x | x | | | | | | | | | x | | |
Sphaerophoria nigra | | | | | | | | | | | x | | |
Steganacarus hirsutus | x | | | | | | | x | | | x | | |
Strophingia harteni | x | x | x | x | x | | | | | x | x | | | x
Tarphius azoricus | | | | | | | | | x | | | | |
Trechus terrabravensis | x | x | x | | x | | | | | | x | x | |
Trechus terceiranus | x | | | x | | | | | | | x | | | x
Trigoniophthalmus borgesi | x | x | x | | x | | | x | | | x | x | | x
Turinyphia cavernicola | | | | x | | | | | | | x | | |
Udea azorensis | | | x | | | | | | | | x | | | x
Walckenaeria grandis | x | x | x | | x | | | | | | x | x | |
Xanthorhoe inaequata | x | x | x | x | x | | | | | | x | x | | x
º Sem informação ou dados disponíveis para esta AP.
RNSSBMN - Reserva Natural da Serra de Santa Bárbara e dos Mistérios Negros.
RNBFPA - Reserva Natural do Biscoito da Ferraria e Pico Alto.
RNTBCL - Reserva Natural da Terra Brava e Criação das Lagoas.
MNAC - Monumento Natural do Algar do Carvão.
MNFE - Monumento Natural das Furnas do Enxofre.
APGHEPC - Área Protegida para a Gestão de Habitats ou Espécies da Ponta das Contendas.
APGHEIC - Área Protegida para a Gestão de Habitats ou Espécies dos Ilhéus das Cabras.
APGHEM - Área Protegida para a Gestão de Habitats ou Espécies da Matela.
APGHEBF - Área Protegida para a Gestão de Habitats ou Espécies do Biscoito das Fontinhas.
APGHECQR - Área Protegida para a Gestão de Habitats ou Espécies da Costa das Quatro Ribeiras.
APGHEPCCN - Área Protegida para a Gestão de Habitats ou Espécies do Planalto Central e Costa Noroeste.
APGHEPB - Área Protegida para a Gestão de Habitats ou Espécies do Pico do Boi.
APPVB - Área de Paisagem Protegida das Vinhas dos Biscoitos.
APGRCGM - Área Protegida de Gestão de Recursos da Caldeira de Guilherme Moniz.
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